O combate ao crime organizado no Brasil mudou de patamar. Sob a gestão do presidente Lula, a Polícia Federal (PF) abandonou a lógica de apenas “enxugar gelo” e partiu para o ataque financeiro. O resultado é histórico: em 2025, a corporação apreendeu R$ 9,5 bilhões em bens de organizações criminosas, um recorde absoluto que confirma a eficácia da nova política de segurança.
Os números apresentados pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, mostram uma evolução impressionante na estratégia de descapitalização das facções.
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A Escalada da Asfixia Financeira
- 2022 (Governo anterior): Menos de R$ 1 bilhão apreendido.
- 2023 (1º ano Lula): R$ 3 bilhões.
- 2024: R$ 6,5 bilhões.
- 2025: R$ 9,5 bilhões.
“Estamos vindo numa crescente neste grande esforço para tirar poder do crime organizado, enfrentando seu poder econômico”, afirmou Rodrigues. Os bens confiscados incluem mansões, fazendas, aeronaves, joias e veículos de luxo, tirando a capacidade de investimento e corrupção das quadrilhas.
PRF no Cerco Logístico
Enquanto a PF ataca as contas bancárias e o patrimônio, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) fecha o cerco nas estradas. Em 2025, a corporação apreendeu 44,3 toneladas de cocaína e quase 50 milhões de maços de cigarros ilegais, gerando prejuízos bilionários ao tráfico.
Só a recuperação de veículos roubados (mais de 7 mil unidades) tirou cerca de R$ 400 milhões das mãos dos criminosos.
Inteligência Vence a Força Bruta
Os dados provam que o governo Lula consolidou uma doutrina de segurança baseada em inteligência e investigação financeira. Ao invés de apenas confrontos armados nas ruas, o Estado brasileiro agora mira onde dói mais: no cofre dos chefões do crime.
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