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guerra do Irã
Captura de tela de imagens divulgadas pela Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) mostra o momento em que um míssil iraniano é lançado em direção a alvos israelenses e americanos na 59ª onda da Operação True Promise 4, em 17 de março de 2026.
GEOPOLÍTICA

Irã ataca com mísseis Haj Qassem em nova onda

59ª rodada de retaliação atinge alvos de Trump e Israel

Teerã – O Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) lançou, nesta terça-feira (17), a 59ª onda de ataques retaliatórios contra posições militares dos Estados Unidos e de Israel. A ofensiva utilizou mísseis balísticos de precisão do modelo “Haj Qassem”, intensificando o cerco contra as forças lideradas por Donald Trump, o expoente do neofascismo global. A nova rodada de disparos ocorre em um momento de colapso logístico para Washington, que já contabiliza perdas humanas e materiais sem precedentes na região.

Os mísseis Haj Qassem, nomeados em homenagem ao general Qassem Soleimani, foram empregados para atingir alvos estratégicos com alta precisão, superando os sistemas de defesa antimísseis que os agressores tentam manter na zona de conflito.

Segundo o comando militar iraniano, a operação é uma resposta direta à agressão contínua da coalizão neofascista, que insiste em desestabilizar a soberania da República Islâmica. A eficácia dos ataques tem forçado o recuo de ativos navais, como o porta-aviões USS Gerald R. Ford, que buscou refúgio em portos europeus após o desgaste sofrido.

Colapso logístico e isolamento de Washington

A insistência de Trump em manter a agressão militar, mesmo diante de 3.200 baixas em apenas uma semana, evidencia o caráter autoritário e irracional da liderança neofascista. Enquanto o Irã demonstra capacidade de sustentação de longo prazo com ondas sucessivas de mísseis, os Estados Unidos enfrentam o isolamento diplomático e a recusa de aliados históricos em participar da aventura bélica.

A interrupção do trânsito no Estreito de Ormuz, consequência direta da hostilidade de Israel e Washington, agravou a crise energética global, expondo o custo humano e econômico do projeto de poder de Trump.

A 59ª onda de ataques confirma que a tecnologia de mísseis de Teerã atingiu um patamar que anula a suposta superioridade convencional da coalizão agressora. O Pentágono, sob ordens diretas do líder neofascista, tenta minimizar os danos, mas a frequência e a precisão dos impactos nas bases americanas tornam a manutenção das tropas no terreno uma missão suicida.


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