Depois da promessa de entregar tudo assinada por Ronaldo Caiado no cargo de governador — num ato flagrantemente inconstitucional –, uma mineradora americana, bancada pelo governo Trump, comprou a Serra Verde, única produtora de terras raras fora da Ásia, em Goiás. O negócio, de 20 de abril de 2026, soma US$ 2,8 bilhões em dinheiro e ações. A USA Rare Earth pagará US$ 300 milhões à vista e emitirá 126,9 milhões de ações novas. Fechamento previsto para o terceiro trimestre. Motivo? Disputa com a China por minérios vitais para chips, mísseis e carros elétricos – terras raras, esses “petróleo moderno” que o Brasil entrega de bandeja.
📖 Leia também
Falso patriota “entrega” terras raras de Goiás aos EUA
O que diabos são terras raras e por que importam?
A Serra Verde, em Pela Ema (Goiás), firmou contrato de 15 anos para entregar 100% da produção inicial a uma sociedade especial, financiada por EUA e privados. Trump já paquerou Lula para aliança anti-China, com vendas preferenciais aos gringos. Brasília recusou – ou piscou? Histórico: desde 2010, fundos yankees (Denham Capital) e britânicos (Vision Blue) mandam, com chineses comprando até 2028. Em 2025, mais US$ 565 milhões do Pentágono.
Conflitos fedorentos e soberania zero
Trabalhadores goianos suam na lama, elites yankees lucram. Brasil exporta minério bruto, sem indústria local. Soberania? Piada. O imperialismo Trump devora recursos sul-americanos, enquanto Lula assiste. Cadê royalties nacionais, taxação de lucros fugidios?






Deixe seu comentário