
MANIFESTO DA FRENTE LIVRE
(Porque manifestos longos são como PL do Veneno: só servem pra adormecer o povo. Então segura o café que vem quente!) #PUNHOLÂMPADA: ACENDEMOS O BRASIL OU QUEBRAMOS OS MUROS!-
01
DEMOCRACIA NÃO É FAST-FOOD
A gente não entrega de moto. A gente planta no chão.Não somos trouxas de acreditar que democracia se resume a votar a cada 4 anos e torcer pra não dar golpe. Democracia radical é assembleia no barro, é ocupação de latifúndio vazio, é app público fiscalizando deputado. Enquanto o bolsonarismo quer um país de milícias e garimpeiros, nós queremos um Brasil onde cabem todos os sotaques, corpos e amores.
“Ah, mas e a economia?” Economia é pão na mesa, SUS no posto, livro na escola. O resto é especulação de quem lucra com a fome.
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02
FASCISTA NÃO MERECE CAFÉZINHO
(Nem debate com isentão.)A Frente Livre não dialoga com quem nega vacina, chora por ditadura ou acha que índio é obstáculo ao “progresso”. Nosso diálogo é com as ruas:
- Com as mães de favela que criam filhos sob bala perdida.
- Com os LGBTQIA+ que transformam dor em arte nas quebradas.
- Com os povos originários que protegem a Amazônia enquanto a boiada passa.
E sim, fascista é fascista. Não importa se usa terno ou camuflagem.
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03
TERRA É MÃE, NÃO É CEMITÉRIO
O agronegócio enterra futuro. A gente colhe revolução.Enquanto a bancada da bala quer PLs pra matar índio e engordar boi, nós distribuímos sementes e títulos de propriedade coletiva. Nossas metas?
- Assentar 1 milhão de famílias em terras roubadas por grileiro.
- Plantar 10 milhões de árvores onde hoje só tem soja transgênica.
- Transformar cada feira livre em aula de economia solidária (e de piada com ruralista).
“Mas e o lucro?” Lucro é ver criança brincando em rio não contaminado por agrotóxico.
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04
FEMINISMO É REVOLUÇÃO, NÃO É HASHTAG
Se o patriarcado é herança, a gente é o Imposto sobre Grandes Fortunas.Não basta ter ministra mulher se ela serve ao macho branco de terno. Nossa luta é antirracista, anticapacitista e anti-enquete do Instagram. Por isso:
- Cotas raciais em todas as universidades e nos conselhos das multinacionais.
- Justiça para Marielle, e todas as Marielles que o Estado apaga.
- Greve de sexo até que o SUS distribua pílula do dia seguinte e respeito.
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05
VOCÊ NÃO É ESPECTADOR. VOCÊ É PILHA DA REVOLTA
(E a gente tá aqui pra descarregar no sistema.)Não precisamos de heróis de capa. Precisamos de você:
- No mutirão que constrói cisterna no sertão.
- Na live que ensina filosofia pra quem nunca pisou em universidade.
- No tweet que vaza esquema de corrupção com emojis de banana.
A Frente Livre não tem líder. Tem rostos:
- Da professora que ensina Marx no cursinho popular.
- Do agricultor que troca glifosato por mandioca agroecológica.
- Da drag queen que canta Cássia Eller no meio do beco.
ÚLTIMO AVISO AO CAPITAL:
Seu medo é nosso amanhã.ASSINE COM SANGUE, SUOR E TWEET:
# PunhoLâmpada
# DemocraciaNoPrato
# RevoluçãoOuGreveGeral
CHEGA DE CHORO. O MANIFESTO É CURTO PORQUE A LUTA É LONGA. FRENTE LIVRE – NEM UM PASSO ATRÁS!
Quem somos
História
O Portal da Resistência Democrática nasceu da necessidade de uma plataforma que desse voz às demandas sociais e políticas do Brasil, que vem sofrendo um ataque conservador com viés autoritário, misógino, homofóbico, machista e violento. Fundada em 2024, a Frente Livre tem por objetivo fortalecer a democracia brasileira e promover mudanças positivas na sociedade.
Somos jornalistas, escritores, fotógrafos, pensadores, poetas, artistas, estudantes, agricultores, operários, e tudo quanto é tipo de gente de bem, comprometidos com a causa progressista.

Ugo Braga
jornalista, escritorPernambucano, vive em Brasília desde 1996. Jornalista pela Universidade Católica de Pernambuco (1995) e especialista em análise de conjuntura econômica pela UFRJ (2000), migrou da cobertura econômica para a política, consolidando-se como repórter investigativo. Foi repórter e editor no Jornal do Brasil, Correio Braziliense, Estado de Minas, Jornal do Commercio (PE), nas revistas Época e IstoÉ, e nas emissoras TV Brasília e TV Alterosa. Recebeu prêmios nacionais e internacionais de jornalismo. Atuou como porta-voz e secretário de Comunicação Social no governo do Distrito Federal e dirigiu a comunicação dos ministérios da Aviação Civil, Esporte, Justiça, Pesca e Aquicultura, Integração e Desenvolvimento Regional e do Programa de Parcerias e Investimentos da Presidência da República. Em 2020, dirigia a comunicação do Ministério da Saúde na eclosão da pandemia da covid-19 e o início do surto genocida de Jair Bolsonaro, período que narrou em “Guerra à Saúde” (Leya, 2021).

Vitor Araújo
músicoMúsico brasileiro nascido no Recife, se recusa a ser encaixado em caixas rígidas. Iniciado na tradição clássica do piano, ele subverteu o academicismo para criar uma linguagem própria, onde a técnica erudita se choca de forma bela e violenta com os ritmos nordestinos, a crueza da MPB e o experimentalismo eletrônico. Já gravou os álbuns A/B (2012), Levaguiã Terê (2016), Lágrimas do Mar (2021, em estúdio e ao vivo com Arnaldo Antunes), Toró (2026, ao vivo com a Metropole Orkest) e é autor das trilhas sonoras de Elena, Democracia em Vertigem e Que Horas Ela Volta?.

Matias Toplas
economista, ativista socialMembro do MST, traz o frescor de uma nova geração para o debate econômico e político. O economista carrega uma bagagem multicultural rara: nascido no Paraguai, criado na dinâmica São Paulo e formado pela tradicional Universidade de Coimbra, em Portugal, cursa mestrado em Desenvolvimento Sustentável na Universidade de Brasília. Toplas une o rigor acadêmico europeu à vivência latino-americana para dissecar os desafios do Brasil e do mundo. Seu objeto de estudo são as tendências de mercado, políticas públicas e relações internacionais sob a ótica de quem entende que a economia é, antes de tudo, uma ciência social feita de escolhas.

Sergio Dutti
jornalista, fotógrafoRepórter fotográfico há mais de 30 anos, trabalhou em alguns dos principais veículos de informação: fotógrafo especial da revista Veja, coordenação de fotografia das revistas Caras, Época e jornal O Estado de S. Paulo. Vencedor do Prêmio Cristina Tavares de Direitos Humanos, Menção Honrosa no Prêmio Wladmir Herzog de Direitos Humanos, premiado pelo Nikon International Photo Contest por dois anos consecutivos e vencedor por duas vezes do Prêmio Abril de Fotojornalismo. Através da Dutti Imagens, há 12 anos dedica-se à documentação fotográfica do universo paralímpico. Ao longo deste período registrou imagens de competições nacionais e internacionais, como etapas do Circuito Nacional Loterias Caixa, Jogos Paralímpicos de Londres 2012, Jogos Parapan-Americanos de Toronto-2015, Jogos Paralímpicos Rio 2016, Mundial de Atletismo Paralímpico Kobe 2024 e Jogos Paralímpicos Paris 2024. Vem desenvolvendo projetos especiais como a publicação do livro Vencedores em 2013, a exposição fotográfica itinerante Caravana Vencedores, um projeto que alcançou 31 localidades pelo país ao longo de 4 anos e agora, em 2025, a nova publicação Vencedores II.

Carol Braga
jornalista, historiadora, poetisa, ativista socialPernambucana, é jornalista pela Universidade Católica de Pernambuco (2014) e historiadora pela Universidade Federal de Pernambuco (2016). Mestre em História pela Universidade Federal Fluminense (2019) e doutoranda em Desenvolvimento Sustentável na Universidade de Brasília (UnB). Também é poeta e educadora popular. Publicou “Minha Raiva com uma Poesia que Só Piora” pela Editora Urutau (2021). É militante ativa do MST.

Jéssica Macedo
jornalista, ativista digitalGoiana criada in Brasília, vive na capital federal desde 1993, onde se formou e cria sua família. Se considera tão candanga quanto seu pai, operário que trabalhou na construção da cidade. Formada em jornalismo (2010) com especialização em Inovação em Mídias Interativas pela Universidade Federal de Goiás (2016), é referência em Comunicação Digital no Setor Público. Sua trajetória na comunicação começou antes mesmo de pegar o diploma, atuando como assessora de imprensa parlamentar (Câmara dos Deputados 2008 a 2011) e repórter da Rádio Cultura de Brasília (2007 a 2011). Foi coordenadora do Blog da Saúde e das redes Sociais do Ministério da Saúde quando ainda não se fazia comunicação pública em canais digitais (2011 a 2013) e seguiu atuando na área em outras instituições como Casa Civil da Presidência, Senado Federal, Governo do Distrito Federal, Defensoria Pública da União, novamente no Ministério da Saúde, Ministério do Desenvolvimento Agrário e da Agricultura Familiar e Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional. Jéssica também prestou consultoria e deu cursos para a prefeitura de Manaus, Governo do Pará e foi facilitadora do HUB Gov da Wegov para diversas instituições públicas do país, sempre com foco em desenvolver e aplicar as melhores práticas em comunicação pública nos meios digitais.

Daniel Lansky
jornalista, DJMineiro de Belo Horizonte, formado em Jornalismo pela UNI-BH, Daniel Lansky possui mais de 20 anos de experiência em comunicação pública. Iniciou sua carreira como produtor e repórter na Rádio Inconfidência (MG), contando também com uma breve passagem pelo Correio Braziliense. Ao longo de sua trajetória, atuou em assessorias de diversos ministérios, do Banco Central, de autarquias, de fundos de pensão do setor público e do Sistema S.

André Noblat
jornalista, músico, produtor culturalBrasiliense com espírito recifense, formou sua própria identidade no cenário político e cultural da capital a partir de sua atuação nas artes e no jornalismo de impacto. Desde 2006, consolidou sua carreira artística como vocalista da banda de rock brasiliense Trampa, com a qual acumulou mais de 14 anos de estrada e apresentações em palcos internacionais, como o festival SXSW, no Texas. Sua vivência cultural transformou-se em ferramenta de transformação social em 2015, quando idealizou e tornou-se editor-chefe da Revista Traços em Brasília — projeto de contrainformação e cultura que expandiu para o Rio de Janeiro em 2021. Inspirada em modelos latino-americanos de inclusão, a Traços funciona como um polo de ressocialização e combate às desigualdades, sendo comercializada por pessoas em situação de rua. Noblat também é um dos criadores do Festival CoMA e integrou a comissão de música do Rio2C. Sua trajetória na reconstrução do ecossistema cultural e na defesa de populações vulneráveis já foi objeto de estudos acadêmicos internacionais, sendo apontado como referência em jornalismo humanitário e de impacto social.

Pedro Ivo
AviadorUne a vivência prática da aviação ao rigor do ensino e à paixão pela inovação. Formado em Ciências Aeronáuticas pela PUCRS e pós-graduado em Segurança de Voo pela Anhembi Morumbi, construiu uma trajetória sólida como piloto, gestor operacional e professor universitário de disciplinas técnicas como Meteorologia e Performance. Com olhar atento ao futuro, Pedro alia sua sólida bagagem técnica e operacional a um profundo interesse pelo uso da tecnologia como ferramenta para o progresso social e a transformação de realidades.
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