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VIDA

Abortado plano terrorista contra show de Lady Gaga em Copacabana

Operação 'Fake Monster' prendeu líder no RS e identificou rede que planejava ataques com explosivos e discurso de ódio contra LGBTQIA+

A Polícia Civil do Rio de Janeiro desarticulou um plano para atacar o show da cantora Lady Gaga em Copacabana, que reuniu 2,1 milhões de pessoas no sábado (3). O esquema – que envolvia explosivos improvisados e coquetéis molotov – foi descoberto horas antes do evento e resultou na prisão de um suspeito no Rio Grande do Sul e na apreensão de um adolescente no Rio.

A operação, batizada de “Fake Monster” em referência ao termo carinhoso que Lady Gaga usa para seus fãs, revelou uma rede organizada que atuava em quatro estados brasileiros, recrutando principalmente jovens através de plataformas digitais. Segundo as investigações, o grupo planejava ataques contra minorias e pretendia transmitir as ações em tempo real nas redes sociais, utilizando métodos que incluíam explosivos artesanais e coquetéis molotov.

1. O Plano Terrorista

  • Alvos preferenciais: Crianças, adolescentes e público LGBTQIA+
  • Táticas: Uso de explosivos caseiros e transmissão ao vivo dos ataques
  • Recrutamento: Adolescentes cooptados em plataformas digitais com promessa de “notoriedade”

2. A Operação “Fake Monster”

  • Escala nacional: 15 mandados em 4 estados (RJ, SP, RS e MT)
  • Equipes envolvidas:
    • Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima
    • Laboratório de Operações Cibernéticas do MJSP
    • Coordenadoria de Recursos Especiais
  • Material apreendido: Dispositivos eletrônicos com provas de radicalização

[DETALHES]

Perfil dos Suspeitos

Local Ação Crimes Investigados
RS (São Sebastião do Caí) Lípreso Porte ilegal de arma
RJ (Macaé) Busca apreensão Terrorismo e ameaça de infanticídio
RJ Capital Adolescente apreendido Pornografia infantil

Outras Ações Paralelas

  • Quadrilha de celulares: 16 presos preparando roubos em massa no show
  • Modus operandi: Escritório com tecnologia para desbloqueio de aparelhos

[ENTENDA O RISCO]

Como Funcionava a Rede Extremista

  1. Radicalização online: Discursos de ódio em fóruns clandestinos
  2. Gamificação do crime: “Desafios” violentos para ganhar status
  3. Logística: Tutoriais para fabricação de artefatos explosivos

[!] FIQUE ALERTA

  • Denuncie conteúdos extremistas: disque 181
  • Acompanhe as investigações: #OperaçãoFakeMonster

Fonte: Agência Brasil

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