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Esse vídeo viralizado ajudou o crime organizado

Mentiras sobre taxação do Pix, espalhadas pela oposição e influenciadores, abriram caminho para o crime organizado

É um escândalo que a gente não vai engolir! O secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, botou a boca no trombone nesta quarta-feira (25/6) e revelou o óbvio: aquela onda de desinformação criminosa sobre uma falsa taxação do Pix, em janeiro, beneficiou diretamente o crime organizado! Foi um prato cheio para os bandidos, cortesia da turma que adora espalhar o caos e mentiras em nome da política.

A relevância dessa declaração é gigante porque ela desnuda a irresponsabilidade de quem joga com a verdade e o perigo real das fake news para a segurança e a economia do país. Enquanto a Receita Federal trabalha duro para combater atividades criminosas, fiscalizando movimentações financeiras há mais de 20 anos – informação que, diga-se de passagem, alimenta até a declaração pré-preenchida do Imposto de Renda -, a oposição e seus influenciadores tocam fogo na floresta da desinformação. O resultado? O Pix, uma ferramenta de democratização financeira, teve seu uso impactado, a Receita foi forçada a suspender uma normativa, e quem ganhou com isso? Os criminosos! É a democracia radicalsendo atacada, com o povo pagando a conta da irresponsabilidade alheia.

A farsa da desinformação

Barreirinhas, durante um evento de peso em Brasília que contou com o ministro Gilmar Mendes (STF), o procurador-geral da República Paulo Gonet, o diretor-geral da Polícia Federal Andrei Rodrigues e o ministro do TCU Bruno Dantas, não poupou críticas. Ele descreveu a situação: “O mundo caiu na cabeça da Receita Federal. Houve uma avalanche de fake news, falando de (uma falsa) tributação de movimentações financeiras. Isso interferiu na utilização de meios de pagamento no Brasil, que levou a Receita Federal a sustar a normativa e quem ganhou com isso foi o crime organizado”. Não foi uma “falha de comunicação” do governo, camarada, foi uma campanha orquestrada para semear o pânico e lucrar com a bagunça!

À época, essa onda de mentiras foi potencializada por influenciadores de direita – aqueles que se dizem defensores da liberdade, mas adoram amordaçar a verdade – e por parlamentares da oposição ao governo. Eles aproveitaram cada “brecha de comunicação” do Palácio do Planalto para espalhar a narrativa cínica de que a suposta “mudança” na taxação do Pix teria sido feita “às escondidas”. É a velha tática de descredibilizar o governo e minar a confiança nas instituições, mesmo que isso signifique abrir as portas para a ilegalidade.

Haddad já havia alertado que o governo foi pego de surpresa pela votação que derrubou o aumento do IOF (e que também fazia parte das medidas para equilibrar as contas). Essa articulação relâmpago, anunciada nas redes sociais por Hugo Motta e selada numa votação apressada no Senado por Davi Alcolumbre, mostra que a união na defesa de interesses específicos – e muitas vezes escusos – é mais forte do que o compromisso com a verdade e o bem-estar social.


[A Arma da Desinformação]

Aspecto

Campanha de Fake News sobre o Pix

Outras Ondas de Desinformação Política

Origem da Mentira

Falsa taxação do Pix.

Alegações de fraude eleitoral, ineficácia de vacinas.

Agentes Amplificadores

Influenciadores de direita, parlamentares da oposição.

Redes sociais, grupos de WhatsApp, figuras políticas extremistas.

Pretexto Político

Explorar falhas de comunicação do governo.

Descredibilizar instituições, fomentar polarização, derrubar adversários.

Consequência Imediata

Interferência no uso do Pix, suspensão de normativa fiscal.

Ataques a prédios públicos, aumento da violência, hesitação vacinal.

Beneficiário Final

Crime organizado.

Grupos políticos radicais, interesses econômicos específicos.

Impacto Social

Prejuízo à segurança financeira do cidadão, dificuldade de fiscalização.

Divisão social, erosão da confiança nas instituições, vidas em risco.

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