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Com o outro na cadeia, esse aqui agora quer ser o líder

Depois de Bolsonaro começar a cumprir a pena, Tarcísio de Freitas começa a falar em candidatura presidencial

Após a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, que começou a cumprir pena de 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), admitiu publicamente que pode ser candidato à Presidência em 2026 e iniciou articulações para unificar a direita em torno de seu nome.

Em um evento para o mercado financeiro, o “UBS WM Latin America Summit”, Tarcísio reconheceu o abalo na base aliada, mas pediu paciência. “Não tenham ansiedade”, disse, ao admitir que os bolsonaristas estão “atordoados com a notícia da prisão”. Apesar de se colocar como uma opção, o governador ponderou: “Quero cumprir bem a missão, não importa em que papel. Não preciso ser protagonista”.

A bênção de Bolsonaro

Tarcísio de Freitas deixou claro que qualquer projeto presidencial da direita depende do aval de seu antecessor, que atualmente cumpre pena na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Segundo o governador, o capital político do ex-presidente é indispensável para a construção de uma candidatura competitiva.

“Tem um respeito pela liderança que o Bolsonaro construiu ao longo dos anos e ele precisa ser respeitado, pra poder contar com esse capital político”, afirmou. “Não tenho dúvida de que ele vai ter um papel importante – e esse arranjo é muito mais provável do que se imagina”.

Cronograma e estratégia

O governador sinalizou que a definição sobre o candidato da direita não precisa ser imediata, estabelecendo o primeiro trimestre do próximo ano como um prazo razoável. “Pode ser janeiro, pode ser fevereiro ou março. Não tem problema e vai dar tempo. A gente precisa é do projeto vitorioso”, pontuou.

A posição de Tarcísio diverge da estratégia da família Bolsonaro, que defende manter o nome do ex-presidente como candidato o máximo possível, apesar de sua inelegibilidade. Ao mesmo tempo em que busca se posicionar como herdeiro político, o governador tem evitado temas como anistia ou indulto, em um movimento para equilibrar a lealdade ao bolsonarismo com a construção de um projeto próprio para “livrar o Brasil do PT”.

Fonte: Com informações do Portal Vermelho

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