Levantamento divulgado nas redes sociais nesta sexta-feira (12) revela as vultosas quantias recebidas por deputados federais considerados “campeões de influência” através das chamadas “emendas PIX”. Essas emendas, equiparadas a “emendas impositivas turbinadas” e comparadas ao controverso Orçamento Secreto, têm sido alvo de denúncias, como as feitas pelo deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), e de investigações conduzidas pela Polícia Federal no processo presidido pelo ministro Flávio Dino, no Supremo Tribunal Federal (STF). Os valores, referentes aos anos de 2024 e 2025, trazem à tona a discussão sobre a transparência e a destinação dos recursos públicos no Brasil.
O que são “emendas PIX”?
A expressão “emendas PIX” é utilizada para descrever um tipo de repasse de verbas federais para estados e municípios que, segundo as denúncias, opera de forma similar ao extinto Orçamento Secreto. Sem a transparência e os critérios claros que regem as emendas parlamentares tradicionais, essas verbas permitem que deputados influenciem a destinação de grandes somas de dinheiro público, muitas vezes sem a devida rastreabilidade, o que gera questionamentos sobre seu uso e potencial para práticas clientelistas.
Os valores
A seguir, apresentamos uma tabela detalhando os valores recebidos pelos deputados mencionados no levantamento, separados pelos anos de 2024 e 2025. É importante notar a ausência de registro para alguns deputados em um dos anos, conforme os dados disponibilizados.

Contraste de recebimentos: quem denuncia e quem recebe
O levantamento destaca um contraste significativo: enquanto os deputados “influencers” receberam milhões em emendas PIX, parlamentares como Glauber Braga, que denunciou a existência dessas emendas, além de Lindberg Farias (PT-RJ, líder do governo), Erica Hilton (PSOL-SP), Sâmia Bonfim (PSOL-SP) ou o Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ), registraram zero reais em recebimentos nos anos de 2024 e 2025.
Para mais detalhes sobre os valores e outros políticos, a fonte da pesquisa é o site deolhoemvoce.com.br.






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