De 13 a 22 de junho, o Riocentro vira um parque de diversões literário com:
- Homenagem a Ruy Castro (que lança 2 livros)
- Presença de 12+ autores negros e indígenas (Krenak, Evaristo, Itamar Vieira Jr.)
- Ingressos a R
Tudo isso enquanto o MEC reduz em R$ 180 mi verbas para aquisição de livros em 2025.
Por que essa Bienal é diferente?
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Book Park
- Roda gigante temática com livros suspensos
- Arena gamificada onde você “desbloqueia” clássicos como se fossem níveis de videogame
- Frase-chave: “Queremos que ler seja tão viciante quanto TikTok” (Raphael Montes)
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Geopolítica do Livro
- Chimamanda (Nigéria) e Lina Meruane (Chile) debatem “Literatura do Sul Global”
- Dado cruel: Enquanto isso, EUA banem livros de autores negros em 12 estados
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Acesso Pop vs. Realidade
- Ingresso a R$ 21, mas 61% dos cariocas não compram 1 livro/ano (Datafolha 2024)
- Transporte ampliado, mas 3 linhas de BRT estarão fechadas em junho
[ENTENDA]
O paradoxo do livro no Brasil:
- Bienal terá 200 mil visitantes
- Mas 44% das escolas públicas não têm biblioteca (Undime)
- Solução? SNEL propõe isentar impostos para livros didáticos (PL 2345/25)
Fonte: Agência Brasil






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