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Plano autoritário de Trump
Trump manobra para tirar organização das eleições dos estados. Ao mesmo tempo, todas as menções a ele nos Arquivos Epstein desapareceram. Foto: RS Fotos Públicas
GEOPOLÍTICA

Trump apaga provas e quer controlar eleições nos EUA

Sumiço de arquivos e a manobra eleitoral expõem avanço autoritário do republicano

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avança em uma dupla ofensiva para consolidar poder absoluto no país. Ele articula um decreto federal para assumir o controle das eleições americanas. Simultaneamente, documentos que o ligam aos crimes do bilionário Jeffrey Epstein desapareceram dos arquivos judiciais. As duas manobras expõem um projeto coordenado para corroer a democracia e garantir impunidade. É o plano autoritário em pleno andamento nos EUA.

The Washington Post revelou o plano do republicano nesta semana. Trump prepara uma ordem executiva para transferir a administração das eleições dos estados para o governo federal. A medida rompe com a tradição descentralizada do sistema de votação do país. O objetivo central é submeter as regras eleitorais ao comando direto da Casa Branca. Consequentemente, o ex-presidente ganha o poder de manipular contagens e suprimir votos de opositores. A manobra retira a autonomia dos governadores na certificação dos resultados.

A queima de arquivos e a impunidade

A investida contra as urnas ocorre em paralelo a uma grave queima de arquivos. Provas documentais contra Trump sumiram dos registros oficiais do caso Epstein. O bilionário comandava uma rede internacional de exploração sexual e mantinha laços estreitos com Trump. O desaparecimento dos papéis barra o avanço das investigações sobre o envolvimento do político nos crimes. Especialistas classificam o sumiço das evidências como um golpe direto na transparência do sistema de Justiça americano.

A destruição de provas garante a blindagem jurídica necessária para o projeto autoritário avançar. Trump utiliza a influência política para apagar seu passado criminoso enquanto tenta reescrever as regras do futuro eleitoral. A oposição democrata acusa o republicano de aparelhar as agências investigativas para benefício próprio. O silêncio das autoridades federais sobre o sumiço dos documentos agrava a crise institucional. A sociedade civil exige respostas imediatas sobre a integridade dos arquivos judiciais.

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