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Conjunto Habitacional do Minha Casa Minha Vida em Imperatriz (MA), entregue pelo presidente Lula em outubro de 2025. Fotos: Marcelo Camará/MCID
VIDA

Com Lula, déficit habitacional cai ao menor nível da história

Dados mostram impacto do Minha Casa, Minha Vida

O ministro das Cidades, Vladimir Lima, informou nesta quarta‑feira (29) que o Brasil atingiu o menor déficit habitacional desde o início da série histórica, em 1995. Em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, ele atribuiu o avanço direto ao Minha Casa, Minha Vida, política criada em 2009 e retomada em 2023 como prioridade do governo Lula após anos de desmonte promovido pela direita liberal.

Programa reduz déficit e muda cenário da moradia

Segundo o ministro, o déficit nacional caiu de 10,2% em 2009 para 7,4% em 2026, “o menor déficit habitacional da série histórica”. Ele citou quedas expressivas em estados de forte demanda, como Bahia — de 8,9% em 2022 para 7,1% — e Ceará — de 7,4% para 6,6%. Para Lima, o programa avança justamente onde o mercado imobiliário nunca quis chegar: nas famílias que vivem em moradias precárias, dividem casa com outras famílias ou destinam mais de 30% da renda ao aluguel.

“O déficit habitacional tem três dimensões: moradia precária, coabitação e ônus excessivo de aluguel”, explicou.

Segundo ele, o Minha Casa, Minha Vida atua simultaneamente nessas três frentes, retirando famílias da precariedade e do endividamento habitacional.

déficit habitacional

Sala da casa no conjunto habitacional Minha Casa Minha Vida em Imperatriz (MA).

Investimento recorde reforça política pública

O ministro destacou ainda o maior orçamento da história para habitação. Apenas neste ano, o governo ampliou em R$ 20 bilhões os recursos do Fundo Social destinados ao programa, que passou a operar com R$ 45 bilhões em 2026. Somado ao período desde 2025, o aporte chega a R$ 60 bilhões. O orçamento do FGTS também é recorde: R$ 145 bilhões.

“O orçamento total supera R$ 200 bilhões quando somamos habitação, saneamento, mobilidade e infraestrutura”, afirmou Lima. Ele destacou juros atrativos para estados e municípios e condições de financiamento que favorecem investimento social — o oposto das tentativas privatistas defendidas por governos anteriores.

Minha casa, minha vida bate meta e impulsiona economia

Retomado em 2023, o programa superou todas as metas: já são mais de 2,3 milhões de moradias contratadas, acima da previsão inicial de 2 milhões até 2026. Lula estabeleceu nova meta: 3 milhões até o fim do mandato.

Estudo da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) mostra que o programa respondeu por 52% dos lançamentos imobiliários do país no último trimestre de 2025. No Nordeste, 64% das novas unidades vieram do Minha Casa, Minha Vida. “O programa é um motor da economia e nove em cada dez brasileiros aprovam”, afirmou o ministro.


Veja a íntegra da entrevista.

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