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GEOPOLÍTICA

Brics define Cúpula no Rio para julho e avança na criação de moeda própria, desafiando ameaças de Trump e fortalecendo o Sul Global

Enquanto Trump e a extrema direita promovem discursos divisionistas e políticas econômicas predatórias, o Brics representa uma alternativa progressista e inclusiva

O governo federal e a prefeitura do Rio de Janeiro confirmaram que a próxima Cúpula do Brics ocorrerá nos dias 6 e 7 de julho na cidade. O anúncio foi feito após reunião entre o prefeito Eduardo Paes e o chanceler Mauro Vieira. O evento ganha relevância em um cenário de tensões geopolíticas, marcado por ameaças do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, que criticou o bloco e sugeriu tarifas punitivas caso o grupo avance na redução do uso do dólar no comércio internacional.

A Cúpula do Brics acontece em um momento crucial, com o bloco discutindo a criação de uma moeda própria e fortalecendo a cooperação entre países do Sul Global. Enquanto Trump e a extrema direita promovem políticas unilaterais e agressivas, o Brics defende um mundo multipolar, com relações mais justas e menos assimétricas. O evento também reforça o papel do Brasil, que preside o bloco em 2025, na promoção de agendas como financiamento climático e desenvolvimento sustentável.

O encontro entre Paes e Vieira definiu os preparativos para a Cúpula, que deve reunir líderes de 11 países, incluindo novos membros como Arábia Saudita, Egito e Irã. O bloco divulgou comunicado reafirmando seu compromisso com a estabilidade global e a criação de sistemas de pagamento locais mais acessíveis e seguros. Além disso, o Brics pretende avançar na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e do Acordo de Paris.

Enquanto Trump e a extrema direita promovem discursos divisionistas e políticas econômicas predatórias, o Brics representa uma alternativa progressista e inclusiva. A proposta de uma moeda própria e a defesa de um mundo multipolar desafiam a hegemonia do dólar e do unilateralismo estadunidense. O Brasil, sob a liderança de Lula, tem a oportunidade de fortalecer o bloco como um contraponto ao neoliberalismo e ao extremismo global.

A Cúpula do Brics no Rio de Janeiro não é apenas um evento diplomático, mas um símbolo de resistência contra a ascensão da extrema direita e a dominação unilateral. Em um mundo cada vez mais polarizado, o bloco oferece uma visão de cooperação, justiça e sustentabilidade. Enquanto Trump ameaça, o Brics constrói. E o Brasil está no centro dessa transformação.

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