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Golpistas planejaram matar também José Dirceu

Documentos e mensagens obtidos pela PF confirmam que grupo bolsonarista usava apelidos como "Jeca" (Lula), "Joca" (Alckmin) e "Professora" (Moraes); "Juca" era Dirceu

Reportagem da Folha de S.Paulo revelou que os conspiradores do Plano Punhal Verde-Amarelo – esquema golpista que planejava assassinar o presidente Lula, o vice Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes – usavam codinomes para se referir às vítimas. Entre os alvos estava José Dirceu, identificado como “Juca” e considerado uma “eminência parda” a ser “neutralizada”. A informação foi confirmada por fontes próximas ao general Mário Fernandes, líder da trama, e por mensagens apreendidas pela Polícia Federal (PF).

Os detalhes do plano, que incluía envenenamento de Lula e execuções de Alckmin e Dirceu, foram descobertos em um HD externo do general e em um grupo secreto no Signal chamado “Copa 2022”. Os acusados, chamados de “kids pretos”, monitoraram os alvos por dois meses e chegaram a posicionar militares perto da casa de Moraes para um sequestro que foi abortado em dezembro de 2022.


OS CODINOMES E SEUS ALVOS

Jeca -> Lula (plano de envenenamento para parecer morte natural)
Joca -> Geraldo Alckmin (a ser “neutralizado”)
Professora -> Alexandre de Moraes (alvo de sequestro)
Juca -> José Dirceu (considerado influente no futuro governo)


COMO O PLANO FOI DESCOBERTO

Provas-chave:

  • Arquivo “Fox_2017.docx” (encontrado no HD de Mário Fernandes)

  • Grupo “Copa 2022” no Signal (comandos para ações criminosas)

  • Delações e interceptações da PF

Métodos dos golpistas:

  • Envenenamento de Lula para evitar suspeitas iniciais

  • Execuções de Alckmin e Dirceu (“sem comoção”, segundo os criminosos)

  • Sequestro de Moraes (abortado no último momento)


PRISÕES E PRÓXIMOS JULGAMENTOS

Réus confirmados:

  • General Mário Fernandes (núcleo de comando)

  • Tenentes-coronéis Rafael Martins, Hélio Lima e Rodrigo Azevedo

  • Policial federal Wladimir Matos (infiltrado na segurança de Lula)

Próximas etapas:

  • 20 e 21 de maio: STF decide se outros integrantes do “núcleo tático” viram réus

  • Processo em andamento: PGR acusa Bolsonaro de conhecimento e concordância com o plano


POR QUE DIRCEU FOI ALVO?

Justificativa dos golpistas:

  • Acreditavam que ele teria influência oculta no governo Lula

  • Mensagens no Signal o chamavam de “eminência parda” (erro para “eminência parda”)

  • Considerado ameaça a ser eliminada

Realidade:

  • Dirceu não tem participação no atual governo

  • Está afastado da articulação política


NOTA FINAL:
“A descoberta dos codinomes expõe o nível de detalhamento do plano golpista – um projeto macabro que, se executado, teria causado uma crise institucional sem precedentes. Agora, o STF enfrenta o desafio de julgar todos os envolvidos, incluindo aqueles que ainda tentam minimizar a gravidade desses crimes.”

Fonte: Portal Vermelho

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