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Waldez Góes: Lula mudou a face do semiárido no Nordeste e vai fazer o mesmo na Amazônia

Ministro fará a partir de domingo uma série de viagens no Caminho das Águas no interior do Nordeste para vistoriar obras e entregar feitos do governo

Em participação no podcast “Direto de Brasília”, apresentado pelo jornalista Magno Martins, o ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, reforçou o compromisso do governo Lula com a segurança hídrica no Nordeste e a industrialização da Amazônia, detalhando investimentos do Novo PAC e projetos estratégicos para as regiões.

“O projeto de integração do São Francisco é uma realidade consolidada, e agora estamos avançando com obras complementares e novas estruturas hídricas para garantir água em todo o Nordeste”, afirmou Góes. O ministro destacou que, além dos R$ 12 bilhões destinados especificamente para infraestrutura hídrica, o governo está executando um amplo programa de revitalização de barragens, construção de adutoras e recuperação de reservatórios em todos os estados da região, independentemente da transposição. “São intervenções estratégicas que vão desde o semiárido até o litoral, garantindo segurança hídrica para milhões de brasileiros”, completou.


|||| Caminho das Águas: Visita às Obras no Nordeste

  • Início: 26 de maio, em Cabrobó (PE)
  • Objetivo: Inspecionar 72 empreendimentos hídricos em andamento
  • Investimentos:
    > R$ 30 bilhões no eixo Água para Todos (Novo PAC)
  • > R$ 12 bilhões só para infra-estrutura hídrica
  • > Obras complementares à Transposição do São Francisco (já concluída)

“Não são apenas canais, mas adutoras, barragens e reservatórios para garantir água ao povo nordestino”

– Waldez Góes


||||| Ferrovia Transnordestina: andamento das obras

  • Trecho Salgueiro-Suape (PE): Incluído no Novo PAC (sob gestão do ministro Renan Filho)
  • Trecho até Pecém (CE):
    > 8 frentes de trabalho ativas
    > 3.500 trabalhadores empregados
    R$ 3,5 bilhões em crédito aprovado + R$ 800 milhões do FINOR

||||| Amazônia: industrialização e bioeconomia

  • Plano “Desenvolve Amazônia”:
    > Previsão de R$ 1 trilhão em políticas públicas (2024-2027)
    > Foco em ciência, tecnologia e bioeconomia
  • Crítica ao modelo atual:
    “A Amazônia não pode ser só fornecedora de matéria-prima. Precisa verticalizar sua produção”

Assista a entrevista completa


Fonte: MIDR

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