O Brasil se despede de 2025 sob um cenário de extremos climáticos, com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitindo um alerta duplo que divide o país: de um lado, um alerta vermelho de calor intenso para o Sudeste e Centro-Oeste; do outro, um alerta laranja para tempestades severas no Sul.
A onda de calor, classificada como de “grande perigo”, atinge seis estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás e Mato Grosso do Sul. Nessas áreas, as temperaturas estão até 5°C acima da média histórica. A cidade de São Paulo, por exemplo, registrou neste domingo (28) a maior temperatura para um mês de dezembro desde 1961, com 37,2°C, enquanto cidades do interior paulista ultrapassaram os 42°C.
Em contrapartida, a chegada de uma frente fria trará chuvas fortes e risco de temporais. O alerta mais crítico (laranja) é para os três estados da Região Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), além do litoral sul de São Paulo e sudoeste de Mato Grosso do Sul. Nessas localidades, são esperadas chuvas de até 100 mm/dia, ventos que podem chegar a 100 km/h e queda de granizo, com risco de alagamentos e estragos em plantações.
Previsão para a noite de Réveillon
- Sudeste: A virada do ano deve ser abafada, com grande chance de pancadas de chuva típicas de verão entre o fim da tarde e a meia-noite em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
- Sul: A instabilidade continua, com risco de temporais principalmente em Santa Catarina e na metade norte do Rio Grande do Sul. O tempo deve ficar mais firme apenas no sul gaúcho.
- Norte e Nordeste: O padrão de verão se mantém, com sol e calor. O litoral nordestino é a região com menor probabilidade de chuva na hora da virada.
Recomendações da Defesa Civil
- Em caso de tempestade: Não se abrigue debaixo de árvores nem estacione perto de placas ou torres de transmissão. Se possível, desligue aparelhos elétricos.
- Em caso de calor extremo: Beba bastante líquido, evite atividades físicas nas horas mais quentes e não se exponha ao sol sem proteção.
Para emergências, contate a Defesa Civil (199) ou o Corpo de Bombeiros (193).






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