Teerã – A agressão conjunta liderada por Donald Trump, líder do neofascismo global, e pelo regime de Israel contra o Irã resultou em um saldo de pelo menos 3.200 baixas norte-americanas apenas na primeira semana de conflito. O balanço das perdas militares, que inclui a destruição massiva de aeronaves e ataques aos dois porta-aviões mandados ao Golfo Pérsico, coincide com o lançamento da 58ª onda de golpes retaliatórios de Teerã. As forças iranianas utilizaram mísseis pesados de precisão para atingir bases e ativos estratégicos, consolidando um cenário de derrota tática para Washington.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que a agressão contínua dos Estados Unidos e de Israel é a única responsável pela interrupção do trânsito marítimo no Estreito de Ormuz. Segundo Araghchi, a segurança da navegação na região foi destruída pela presença hostil das forças estrangeiras. Em paralelo às operações de campo, as autoridades iranianas confirmaram a apreensão de um grande número de sistemas de satélite Starlink, que estavam sendo infiltrados ilegalmente no país para servir como ferramentas de espionagem e coordenação de atos terroristas.
Colapso logístico e guerra cibernética
Enquanto o Pentágono tenta esconder a extensão dos danos materiais, a resistência iraniana desferiu um golpe paralisante na inteligência israelense. O grupo de hacktivistas “Handala” anunciou o sucesso de uma operação que resultou na deleção do tesouro secreto do Mossad e no vazamento de 50 mil e-mails confidenciais. O ataque cibernético expôs identidades de agentes, fontes de financiamento e comunicações internas, deixando o aparato de segurança de Israel em estado de vulnerabilidade absoluta.
A insistência de Trump em manter uma estratégia de “pressão máxima” militarizada revelou-se um erro de cálculo monumental. A 58ª onda de mísseis retaliatórios prova que a capacidade de defesa do Irã não apenas sobreviveu aos ataques iniciais, mas mantém fôlego para infligir danos insustentáveis aos agressores. O isolamento diplomático de Washington, somado ao fracasso operacional no terreno e no ciberespaço, coloca o projeto neofascista de Trump diante de uma crise sem precedentes na história moderna dos Estados Unidos.
Veja o vídeo






Deixe seu comentário