O Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) denunciou à ONU o 9º Batalhão de Ações Especiais (Baep) de São José do Rio Preto (SP) após um vídeo mostrar policiais fazendo saudações neonazistas em frente a uma cruz em chamas – ritual associado à Ku Klux Klan. O caso, classificado como “gravíssimo”, foi encaminhado à relatoria da ONU contra o racismo, que pode pressionar o Brasil a criar uma Política Nacional de Combate ao Neonazismo.
O vídeo, publicado e apagado em 15 de abril, mostrava agentes fardados reproduzindo gestos de grupos supremacistas brancos durante um “treinamento”. A PM alega que era uma “metáfora de superação”, mas o CNDH e o Ministério Público de SP rejeitaram a explicação e abriram investigações. A denúncia à ONU pede ações globais para frear a infiltração de ideologias extremistas nas polícias.
DETALHES QUE CHOCAM:
1. O QUE MOSTRA O VÍDEO?
- Cruz em chamas: Símbolo histórico de linchamentos racistas nos EUA.
- Gestos supremacistas: Braços erguidos à altura dos ombros, similares aos da KKK e neonazistas.
- Farda e insígnias: Agentes usavam uniforme e equipamentos oficiais, vinculando a PM ao ato.
2. RESPOSTAS INSTITUCIONAIS (OU FALTA DELAS)
- PM de SP: “Foi apenas um treinamento simbólico” – mas não explicou os gestos.
- MP-SP: Abriu investigação, mas nenhum policial foi afastado.
- ONU: Relatora Ashwini K.P. prepara documento para pressionar o Brasil.
3. POR QUE ISSO É UM RISCO?
- Crescimento do neonazismo no Brasil: 350% a mais em células identificadas desde 2018 (Grupo Gay da Bahia).
- Baep tem histórico violento: Associado a operações letais e táticas de guerra urbana.
- Precedente perigoso: Se não punido, normaliza extremismo nas forças de segurança.
O QUE PODE ACONTECER AGORA?
- Pressão internacional: ONU pode exigir investigação independente.
- Reação do governo: CNDH cobra política nacional contra o neonazismo.
- Justiça brasileira: MP-SP decide se processa os policiais por apologia ao racismo.
Fonte: Portal Vermelho






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