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Presidente da AMB faz lobby contra fim de supersalários

Frederico Mendes Jr buscou deputados do PL para tentar impedir que ajuste fiscal acabe com as fortunas pagas aos juízes fora do teto do funcionalismo

O presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Frederico Mendes Jr., atuou ativamente na Câmara dos Deputados contra o fim dos supersalários. A ação visava impedir a aprovação de parte da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita os adicionais salariais de juízes e procuradores ao teto do funcionalismo público (R$ 44 mil por mês).

Representantes de juízes e procuradores estiveram presentes em peso na Câmara, buscando contato com deputados tanto no plenário quanto nos bastidores para influenciar a votação.

Repórteres do jornal O Estado de S.Paulo registraram Mendes Jr. conversando com os deputados Antônio Carlos Rodrigues (PL-SP) e Fernando Giacobo (PL-PR), sugerindo alterações em benefício da categoria.

“Essa redação nos interessa”,

disse o magistrado, exibindo um documento.

Questionado sobre as alterações propostas, Mendes Jr. foi impedido de responder por seus assessores. A AMB, procurada para comentar, não se manifestou até o momento.

A AMB argumenta que a PEC, na forma apresentada, poderia levar juízes a se aposentarem, gerando custos adicionais ao governo com aposentadorias e novas contratações.

O combate aos supersalários engloba o setor público, focando no Judiciário e Ministério Público. A proposta limita adicionais como auxílio-moradia e bônus a situações excepcionais, benefícios atualmente não contabilizados no teto salarial.

A PEC, parte do pacote de corte de gastos do governo, determina que o Executivo apresente projeto de lei ordinário definindo quais adicionais serão excluídos do limite de remuneração. Supersalários são pagamentos acima do teto constitucional (R$ 44 mil).

Inicialmente, a PEC previa a definição das verbas excluídas por projeto de lei complementar (maioria qualificada). No entanto, o relator, deputado Moses Rodrigues (União Brasil-CE), alterou o texto para projeto de lei ordinário (maioria simples), necessitando de menos votos para aprovação.

A votação da PEC ocorreu em 18 de Dezembro de 2024 na Câmara dos Deputados e faz parte de um pacote de ajuste fiscal do governo.

*Reportagem produzida com auxílio de IA

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