Dólar
R$ 4.96 Desceu
Euro
5.804 Desceu
Brasília
26°C 26°C 17°C

Explore Mais

Colunas exclusivas e conteúdos especiais

Trump quer guerra cara
O avião americano A-10 Warthog, derrubado pelo Irã no Golfo Pérsico. Foto: Divulgação
GEOPOLÍTICA

Trump joga trilhões na guerra e esvazia direitos

Cortes atingem clima, educação, saúde e habitação

O presidente neofascista dos EUA, Donald Trump, decidiu escancarar a lógica do seu governo: mais dinheiro para guerra, menos para gente. A Casa Branca anunciou que o presidente vai pedir ao Congresso cerca de US$ 1,5 trilhão para defesa no ano fiscal de 2027, um aumento de 40% em relação ao orçamento atual. Se a proposta passar, será o maior gasto militar da história moderna dos Estados Unidos.

A conta, claro, vem acompanhada de corte social. O pacote prevê US$ 73 bilhões a menos em programas domésticos, com tesourada em clima, habitação e educação. A justificativa é a velha cantilena imperial: guerra em nome da segurança, arrocho em nome da responsabilidade. Trump afirmou que áreas como creches, Medicaid e Medicare deveriam ficar com os estados. Para ele, o que importa mesmo é “proteção militar”.

O plano inclui mais de US$ 1,1 trilhão para o Pentágono e outros US$ 350 bilhões para fronteira e deportações em massa. Em bom português, a Casa Branca quer transformar o orçamento num instrumento de guerra permanente, repressão interna e abandono social. É a receita clássica do neofasicsmo: uma mão entrega contratos para o complexo militar, a outra corta direitos básicos.

A derrota flagorosa contra o Irã

O aumento de gastos acontece no meio da guerra contra o Irã e é vendido como necessidade operacional para repor munições e suprimentos. Ou seja: a escalada militar virou desculpa para despejar trilhões na indústria bélica enquanto a população é convidada a engolir cortes e precarização.

No Congresso, a proposta já enfrenta resistência. Democratas e republicanos demonstram incômodo com a dimensão do pacote e com a falta de transparência sobre os custos reais da guerra.

Enquanto isso, no front…

Um segundo avião militar dos Estados Unidos envolvido na guerra contra o Irã caiu nesta sexta-feira no Golfo Pérsico, segundo autoridades americanas ouvidas pelo jornal The New York Times.

De acordo com a publicação, a aeronave — um A-10 Warthog — caiu nas proximidades do Estreito de Ormuz praticamente no mesmo momento em que um caça F-15E foi abatido em território iraniano, indicando uma possível escalada nos confrontos.

O piloto do A-10 foi resgatado com segurança, ainda segundo as fontes. As autoridades dos EUA, no entanto, não divulgaram detalhes adicionais sobre as causas da queda da aeronave. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra fumaça saindo do avião antes da queda.

Além disso, um helicóptero dos EUA foi atingido enquanto realizava uma operação de busca e resgate no Irã. A aeronave estava empenhada em localizar os tripulantes do caça derrubado.

Autoridades israelenses confirmaram que estão colaborando com os Estados Unidos no compartilhamento de informações de inteligência. Um oficial também revelou que ataques planejados no Irã foram cancelados para não prejudicar as operações de resgate. Até o momento, 13 militares americanos perderam a vida na guerra.

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Final da página
WhatsApp

Frente LIVRE

Normalmente responde dentro de uma hora
Frente LIVRE

Olá 👋

Fale com o ciberporto da esquerda popular ✊💡

20:57