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GEOPOLÍTICA

Trump quer um sabujo no Brasil, mas o tiro vai sair pela culatra

A farsa da extrema-direita global se desfaz: ataques a Moraes e tarifas mirabolantes de Trump são jogadas desesperadas para frear um Brasil soberano e frear o inevitável avanço dos BRICS

Em um cenário internacional cada vez mais tenso e polarizado, onde as forças da extrema-direita global demonstram desespero diante da ascensão de governos progressistas e da construção de um mundo multipolar, o Brasil de Lula emerge como um epicentro de resistência e transformação. Os recentes movimentos de Donald Trump e seus aliados não são meros incidentes isolados; são peças de uma orquestração para desestabilizar nossa democracia, minar nossa soberania e frear um projeto de justiça social que ousa desafiar a hegemonia. Mas, como sempre, a reação do povo e de seus representantes é a força motriz que impulsiona a mudança.

A farsa começa com a tentativa de desmoralizar nossas instituições. A “intimação” judicial contra o ministro Alexandre de Moraes na Flórida, classificada por juristas como “tecnicamente bisonha”, não passa de um ataque covarde e sem base jurídica, articulado pela extrema-direita global. Essa tática, replicada na nota da embaixada dos EUA que saiu em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, é uma clara ingerência em nossos assuntos internos.

que eles não compreendem é que as decisões de Moraes não são atos pessoais, mas institucionais, emanadas de um Supremo Tribunal Federal que age para defender a Constituição e a democracia brasileira. Ao blindar Bolsonaro, figura central em investigações cruciais por sua atuação antidemocrática, Trump e seus seguidores revelam o pânico de ver a justiça agir contra seus próprios “sabujos” e, assim, implodir a trama golpista. A verdade é cristalina: eles temem que a queda de Bolsonaro e o avanço da justiça brasileira solidifiquem o projeto de nação liderado por Lula, que busca a autonomia e a emancipação dos povos.

Mas a batalha não é apenas jurídica; ela é econômica e geopolítica. A sanha tarifária de Trump, ao anunciar taxas de 50% sobre produtos brasileiros, é uma cortina de fumaça. Sua justificativa de uma relação comercial “injusta” é risível diante do superávit de US$ 410 bilhões que os EUA acumularam em 15 anos no comércio com o Brasil. A verdadeira motivação por trás dessa agressão é a desesperada tentativa de frear o avanço do sistema de pagamentos do BRICS, liderado por Lula. O comércio entre essas nações sem o dólar americano é o início do fim da prerrogativa dos EUA de emissor infinito de moeda, minando sua capacidade de manter gastos militares astronômicos e, em última instância, pondo um xeque na hegemonia imperialista. As declarações irresponsáveis e as ameaças de Trump, que ecoam a “caça às bruxas” contra figuras progressistas, são um grito de guerra contra a multipolaridade.

Neste tabuleiro de xadrez global, a resposta brasileira é um xeque-mate. O presidente Lula, com a firmeza de um líder que defende seu povo, foi claro: “Cada país é dono do seu nariz”. Ele rechaçou as ameaças de Trump, qualificando-as como “irresponsáveis”, e reforçou que o Brasil, um país soberano e com instituições sólidas, não aceita “interferência ou tutela de quem quer que seja”. A convocação do encarregado de Negócios da embaixada dos EUA pelo Itamaraty é um ato diplomático que demonstra a intolerância do Brasil a qualquer tipo de ingerência em sua política interna e judicial.

O mais irônico e promissor de tudo é que a agressão de Trump não isola o Brasil; ao contrário, o empurra ainda mais para os braços de parceiros que respeitam sua autonomia. A China emerge como um pilar estratégico incontornável neste novo cenário. Enquanto Washington aposta na coerção e no unilateralismo, Brasília, sob a batuta de Lula, fortalece a cooperação Sul-Sul, acelerando a construção de um mundo multipolar onde a justiça social e os direitos coletivos são bandeiras inegociáveis.

É uma guerra ideológica, sim, mas é uma guerra que a extrema-direita está perdendo. O Brasil não se curvará ao neofascismo, à fome ou à intolerância. Seguiremos construindo um caminho de autonomia e protagonismo no cenário internacional, virando as costas para a retórica da intolerância e abraçando um mundo de cooperação e solidariedade. A cada ataque, a cada ameaça, fortalecemos nossa certeza: o projeto de nação de Lula, pautado na soberania popular e na justiça social, avança, impulsionando a emancipação dos povos e construindo um futuro onde “Liberdade, Igualdade, Fraternidade” sejam mais que um slogan – sejam a nossa realidade.

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