O STF transformou em réus sete integrantes do chamado “Núcleo 4”, grupo acusado de orquestrar uma máquina de desinformação para sustentar o golpe de 2022. Entre os crimes listados na denúncia aceita nesta terça (6) estão:
>>> Tentativa de golpe de Estado
>>> Organização criminosa armada
>>> Ataque ao Estado Democrático
>>> Dano ao patrimônio público
Segundo a PGR, o grupo agia de forma coordenada para:
– Alimentar acampamentos golpistas
– Produzir relatórios falsos sobre urnas
– Incentivar violência contra autoridades
Todos os acusados ocupavam posições estratégicas no Exército, Abin e Polícia Federal durante o governo Bolsonaro.
[OS SETE RÉUS]
1. Ailton Barros
– Capitão reformado do Exército
– Gravado combinando ações golpistas com Mauro Cid
– Candidatou-se como _”01 de Bolsonaro”_ no RJ
2. Ângelo Denicoli
– Major da reserva
– Coordenava estudos falsos contra urnas eletrônicas
3. Guilherme Almeida
– Tenente-coronel ativo
– Chefiava o Batalhão de Operações Psicológicas
– Defendia _”sair das 4 linhas da Constituição”_
4. Reginaldo Abreu
– Coronel do Exército
– Investigado por plano para sequestrar Lula, Alckmin e Moraes
– Afirmou em áudio: _”Constituição é o caceta”_
5. Giancarlo Rodrigues
– Subtenente cedido à Abin
– Usou sistema First Mile para espalhar fake news
6. Marcelo Bormevet
– Agente da PF e ex-segurança de Bolsonaro
– Ordenou agressão a assessor de Barroso (STF)
7. Carlos Rocha
– Presidente do Instituto Voto Legal
– Elaborou relatórios fraudulentos contra urnas
[O QUE DIZ A DENÚNCIA]
>>> Grupo agia com “operações estratégicas de desinformação”
>>> Objetivo: manter acampamento golpista no QG do Exército
>>> Todos tinham ciência do plano maior de ruptura democrática
[PRÓXIMOS PASSOS]
– Processo será conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes
– Penas podem chegar a 15 anos de prisão por golpismo
– STF mantém outros 12 processos sobre ataques à democracia
CONTEXTO:
Esta é a 4ª denúncia aceita pelo STF relacionada aos ataques antidemocráticos pós-eleições. Até agora, 143 pessoas já foram condenadas por crimes como invasão de prédios públicos e incitação à violência.
Fonte: Agência Brasil






Deixe seu comentário