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Líder da Revolução Islâmica, Aiatolá Seyyed Mojtaba Khamenei. Foto: Governo do Irã
GEOPOLÍTICA

Irã ataca Israel com mísseis em massa

Domo de Ferro intercepta só parte do ataque; há danos em Tel Aviv

O Irã e seus aliados do Eixo de Resistência intensificaram os confrontos com a aliança neofascista (Israel e  Estados Unidos) nesta quarta-feira (1º), com a Operação Promessa Verdadeira 4, que incluiu uma das maiores barragens de mísseis contra o centro de Israel em semanas. Os ataques, coordenados entre forças iranianas e grupos regionais, atingiram alvos estratégicos em Tel Aviv e arredores, além de bases americanas e israelenses em várias frentes.

De acordo com relatos, dezenas de mísseis balísticos e drones foram lançados do Irã e de territórios aliados, como Líbano e Síria, visando instalações militares e infraestruturas críticas em Israel central. Sirenes de alerta soaram em todo o país, com o sistema de defesa Iron Dome interceptando parte dos projéteis, mas alguns impactos foram confirmados em áreas urbanas.

A mídia israelense reportou explosões em Tel Aviv e proximidades, com forças de defesa mobilizadas para responder. Em paralelo, ataques do Eixo de Resistência atingiram ativos dos EUA em bases no Iraque e Síria, incluindo drones contra posições em Al-Tanf e Al-Asad, e mísseis contra navios israelenses no Mediterrâneo.

Veja o vídeo
https://x.com/PressTV/status/2039384797730967638?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E2039384797730967638%7Ctwgr%5Ef9d8ab36357986948082e64dc1d5b763893dfedf%7Ctwcon%5Es1_c10&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.presstv.ir%2FDetail%2F2026%2F04%2F01%2F766195%2Ftrue-promise-4-iran-resistance-axis-ops-against-us-israeli-assets-april1
A operação é descrita pelas fontes iranianas como uma resposta proporcional às violações de soberania, incluindo bombardeios israelenses em território iraniano e sanções americanas. O general Hossein Salami, comandante da Guarda Revolucionária Islâmica, afirmou que os ataques visam “paralisar a máquina de guerra sionista-americana” e proteger a resistência regional.
Autoridades iranianas relataram o uso de mísseis avançados como o Kheibar Shekan, capazes de evadir defesas, e coordenaram ações com o Hezbollah libanês e facções em Gaza e Iêmen. Nenhum líder iraniano foi alvo direto, mas o foco foi em degradar capacidades logísticas inimigas.

A escalada ocorre em meio a negociações nucleares estagnadas e conflitos em Gaza, com o Irã acusando a aliança ocidental de neofascismo expansionista. A ONU convocou reunião de emergência do Conselho de Segurança, enquanto mercados globais reagem com alta no petróleo (Brent acima de US$ 101/barril).


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