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menor desemprego da história
Foto: Agência Brasil
ECONOMIA

Lula leva Brasil a menor desemprego da história

Dados do IBGE mostram melhor taxa desde 2012

A taxa de desocupação no Brasil caiu para 6,1% no trimestre encerrado em março, o menor nível já registrado para esse período desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), em 2012. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (30/4) e consolidam uma tendência que vem se aprofundando desde 2023: a queda sustentada do desemprego como resultado das políticas econômicas adotadas pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O índice atual representa recuo de 0,9 ponto percentual em relação ao primeiro trimestre de 2025, quando a taxa era de 7%. Naquele momento, os 7% já haviam sido celebrados como a menor taxa para o período. Agora, a nova queda confirma que o movimento não foi acidental, mas reflexo de um mercado de trabalho que se fortalece apesar das pressões globais e da desaceleração econômica internacional.

Queda da informalidade indica melhora estrutural

A Pnad Contínua mostra ainda que a informalidade recuou para 37,3% da população ocupada — o equivalente a 38,1 milhões de trabalhadores informais. O número é menor que os 37,6% registrados no trimestre móvel anterior e que os 38% observados no primeiro trimestre de 2025. A redução, mesmo que moderada, aponta para uma recomposição estrutural do mercado, com mais trabalhadores acessando direitos e proteção social.

A formalização também avançou. O número de empregados com carteira assinada no setor privado cresceu 1,3% no ano, adicionando 504 mil trabalhadores formais à economia. Em sentido contrário, o contingente sem carteira caiu 2,1% no trimestre, reflexo de um ambiente econômico que favorece vínculos estáveis.

Ocupação cresce em setores estratégicos

Dois grupamentos de atividade ampliaram o número de ocupados na comparação anual: informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, com alta de 3,2% (mais 406 mil pessoas), e administração pública, com avanço de 4,8% (mais 860 mil pessoas). O único recuo foi no setor de serviços domésticos, que caiu 3,6%, mantendo uma tendência pós-pandemia.

O resultado final confirma uma inflexão importante: o país atravessa o período de menor desemprego já registrado, sustentado por aumento da formalização, dinamização de setores intensivos em trabalho e políticas econômicas que priorizam renda, investimento público e reindustrialização. Trata-se de um quadro que desmonta previsões catastrofistas e recoloca o Estado como ator central na reconstrução do mercado de trabalho.

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