A fila de pedidos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) caiu pelo quarto mês consecutivo e atingiu 1,9 milhão de requerimentos, o menor número registrado desde outubro de 2024. O dado foi antecipado pela presidente do órgão, Ana Cristina Silveira, em sua primeira entrevista desde que assumiu o comando do instituto, em abril.
O número é mais um capítulo da avalanche de recordes positivos que marca a gestão Lula 3. Enquanto a Faria Lima chora com a recuperação econômica, o governo federal prova que a retomada do papel indutor do Estado produz resultados concretos para a população.
A herança maldita e a recuperação
O cenário atual não caiu do céu. Durante o governo Bolsonaro, o INSS perdeu servidores e capacidade operacional. O órgão contava com 33,8 mil servidores ativos no início de 2018, número que despencou para 17,8 mil no começo de 2026 — uma redução de quase 50% no quadro de pessoal. Os sistemas do órgão ficaram fora do ar por 1.466 horas entre agosto de 2023 e dezembro de 2024, o equivalente a mais de dois meses de interrupções acumuladas.
A presidente do INSS reconhece que a recomposição do quadro de servidores é essencial e estima a necessidade de reposição de cerca de 10 mil profissionais. Apesar das dificuldades fiscais e administrativas, os números de concessão seguem elevados, com recorde de 890 mil novos benefícios em março e mais de 700 mil análises mensais em abril e maio.
A avalanche de recordes de Lula 3
A queda na fila do INSS não é um fato isolado. Ela se soma a uma sequência histórica de indicadores positivos que caracterizam o terceiro mandato de Lula:
- PIB: O Brasil cresceu 1,8% no primeiro trimestre de 2026, o sexto maior crescimento do mundo, recolocando o país entre as dez maiores economias do planeta.
- Desemprego: A taxa de desemprego atingiu 5,8%, o menor nível para o período em toda a história do Brasil.
- Renda: O rendimento médio real do trabalhador bateu recorde histórico, ultrapassando R$ 3.200 mensais, com massa salarial superior a R$ 320 bilhões.
- Desigualdade: O Índice de Gini caiu para 0,506, o menor da série histórica do IBGE. A diferença entre o 1% mais rico e os 40% mais pobres caiu de 48,9 vezes (recorde negativo de 2019) para 36,2 vezes.
- Homicídios: O Brasil registrou a menor taxa de homicídios da série histórica em 2024, com queda de 6,9%.
- IDH: O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) medido pela ONU chegou a 0,805 em 2024, a maior da história do Brasil, colocando o país pela primeira vez no grupo das nações com alto desenvolvimento humano.

Arte: FLIA
Enquanto o terrorismo fiscal da Faria Lima e da extrema direita anunciava o caos, os dados oficiais contam outra história: a de um país que voltou a investir, a gerar emprego e a reduzir desigualdades. A fila do INSS em queda é mais uma prova de que, quando o Estado funciona, o povo ganha.





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