Dólar
R$ 5.19 Desceu
Euro
5.905 Subiu
Brasília
20°C 24°C 15°C

Explore Mais

Colunas exclusivas e conteúdos especiais

Lula lança quarta candidatura
Sessão Plenária da 68ª Cúpula de Presidentes do Mercosul, Países Associados e Convidados Especiais. Presidente Lula participa da Sessão Plenária no Centro de Convenções da Conmebol. Foto: Ricardo Stuckert/PR
BRASIL

Lula lança candidatura contra o avanço neofascista

Discurso histórico reforça luta contra barbárie e retrocesso

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) transformou a 68ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, realizada em Assunção, no Paraguai, no palco de um dos discursos mais emblemáticos de sua vida política. Na terça-feira (30), ele explicou em termos claríssimos por que será candidato à Presidência da República pela quarta vez nas eleições de outubro de 2026.

“Aos 80 anos, com a vitalidade de um jovem de 20, vou concorrer pela 4ª vez à Presidência do meu país pra garantir que o Brasil continue sendo um país democrático”, declarou Lula aos líderes sul-americanos. A frase é um recado direto. A eleição deste ano não é uma disputa ordinária de projetos econômicos ou de gestão. É um plebiscito sobre a sobrevivência da civilização no Brasil.

O muro contra a barbárie

A candidatura de Lula transcende o PT e o próprio governo. No cenário atual, a vitória do presidente passou a representar a única trincheira viável contra a barbárie. O bolsonarismo, que segue à espreita, não é apenas um adversário político tradicional. É um movimento neofascista estruturado na violência, que nega a ciência, ataca a educação pública e trabalha ativamente para apagar o direito de as minorias existirem.

A extrema direita brasileira construiu seu projeto de poder sobre a negação da cidadania da mulher, o extermínio da população negra e a destruição ambiental. Derrotar esse projeto nas urnas não é uma escolha eleitoral, mas um imperativo de sobrevivência democrática.

A energia que a direita teme

Ao anunciar sua disposição com “vitalidade de um jovem de 20”, Lula expõe o desespero de uma oposição que apostava no cansaço físico do presidente. Enquanto a família Bolsonaro se afunda em rachas internos e escândalos criminais, o líder petista usa o palco internacional para demarcar sua liderança regional e a urgência de seu projeto nacional.

O Brasil de 2026 ainda carrega as cicatrizes do desmonte fascista. A quarta candidatura de Lula não é um projeto de vaidade, mas a constatação de que a democracia brasileira ainda é frágil demais para caminhar sem seu principal fiador. A disputa está posta, e o recado de Assunção foi claro: o fascismo não terá descanso.

 

View this post on Instagram

 

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Final da página
WhatsApp

Frente LIVRE

Normalmente responde dentro de uma hora
Frente LIVRE

Olá 👋

Fale com o ciberporto da esquerda popular ✊💡

20:57