O Movimento Brasil Livre (MBL), essa espécie de jardim de infância da extrema direita que troca a chupeta pelo celular para fazer “lacração” em rede social, resolveu levar seu espetáculo de horrores para a Unicamp nesta sexta-feira (3). O alvo da vez foi o ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), que proferia uma aula magna sobre economia e soberania nacional.
O episódio de violência política, prontamente repudiado pelo Partido dos Trabalhadores (PT), seguiu o roteiro clássico dos milicianos digitais: interrupções agressivas, gritaria e a tentativa desesperada de emplacar uma narrativa delirante.
Desta vez, os garotos de recado do fascismo tentaram atribuir ao governo Lula a responsabilidade pela máfia do INSS — um esquema de corrupção iniciado em 2019, sob as barbas de Jair Bolsonaro, e que só foi desbaratado graças à inteligência da gestão Lula 3.
A tática do espelho: projetar no outro o próprio crime
A confusão na Unicamp não é um fato isolado, mas uma estratégia deliberada para desviar o foco dos recordes sucessivos da economia brasileira sob o comando de Haddad e Lula. Ao tentar “entregar” ao atual governo uma máfia herdada do bolsonarismo, o MBL prova que sua única especialidade é a falsificação da história em tempo real.
O PT, em nota oficial, classificou o episódio como uma “demonstração de covardia e desrespeito à democracia”. O texto reforça que a extrema direita, sem propostas para o país, recorre ao tumulto para tentar sobreviver politicamente.
“O MBL não quer debater economia, quer apenas produzir cortes para o TikTok enquanto as instituições tentam limpar a sujeira que eles e seus aliados deixaram no Estado brasileiro”, afirma o comunicado.
O desespero da extrema direita diante dos fatos
O que realmente tira o sono do jardim de infância da Faria Lima é o fato de que a gestão Lula 3 não apenas desbaratou o esquema no INSS, como reduziu a fila da Previdência ao menor nível em anos. Somado a isso, o Brasil registra desemprego em queda e crescimento do PIB acima das expectativas — dados que o MBL tenta soterrar sob gritos e empurrões em campus universitário.
Haddad, que manteve a calma diante da horda, resumiu o espírito da coisa: a universidade é lugar de pensamento, não de milícia. Enquanto os “meninos do Kim” tentam sequestrar a pauta pública com mentiras, o governo segue entregando resultados que a extrema direita nunca foi capaz de produzir. O circo do MBL pode até render visualizações, mas não apaga o fato de que a máfia que eles tentam esconder tem DNA bolsonarista e carimbo de 2019.





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