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Preso por corrupção, Collor agora tenta escapar da cadeia alegando ter problemas mentais

Condenado na Lava Jato, ex-presidente apresenta laudo médico ao STF para trocar a cela pelo conforto da prisão domiciliar

Mal foi preso, o ex-presidente Fernando Collor de Mello já tenta deixar o regime fechado. No sábado (26), seus advogados enviaram ao Supremo Tribunal Federal (STF) um novo laudo médico solicitando a conversão da prisão em domiciliar, alegando idade avançada e problemas graves de saúde — entre eles, o transtorno afetivo bipolar.

Esse transtorno é assim descrito: trata-se deum distúrbio de humor que causa mudanças extremas de humor, alternando períodos de mania (euforia) com períodos de depressão. A doença é crônica e recorrente, afetando a cognição, afeto e relacionamentos. O diagnóstico e tratamento são complexos e requerem acompanhamento multidisciplinar. 

Segundo o documento, Collor, de 75 anos, além disso, sofre de Parkinson e tem apneia do sono grave. Mesmo admitindo que a doença de Parkinson está sob controle, a defesa alerta que o quadro pode se agravar sem o uso correto de medicamentos e do aparelho CPAP, essencial para tratar a apneia. A preocupação dos advogados também inclui o risco de crises de ansiedade e depressão caso Collor continue preso.

O que não muda, porém, é a gravidade dos crimes cometidos: corrupção passiva, lavagem de dinheiro, organização criminosa, peculato e obstrução de Justiça. Collor foi condenado a 8 anos e 10 meses de prisão, após anos tentando escapar da punição.

Preso em Maceió (AL) na sexta-feira (25), depois de esgotar todos os recursos no STF, Collor viu sua situação se complicar ainda mais. Seis ministros — Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Luís Roberto Barroso, Cármen Lúcia, Edson Fachin e Dias Toffoli — já votaram para mantê-lo na prisão. A tentativa da defesa agora é sensibilizar a Justiça, usando a idade e as doenças como escudo.

    • Contexto da prisão: A ordem de detenção foi expedida na quinta-feira (24) e cumprida poucas horas depois.

    • Decisão colegiada: Seis ministros do STF — Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Luís Roberto Barroso, Cármen Lúcia, Edson Fachin e Dias Toffoli — votaram pela manutenção da prisão.

    • Trâmite no STF: O julgamento sobre a prisão de Collor será retomado no plenário virtual a partir desta segunda-feira (28), após o ministro Gilmar Mendes ter retirado um pedido para análise presencial do caso.


    • Entenda a condenação

    • Denúncia: Apresentada em 2015 pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

    • Crimes atribuídos: Corrupção passiva, lavagem de dinheiro, organização criminosa, peculato e obstrução de Justiça.

    • Operação: Lava Jato.

Fonte: Brasil de Fato

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