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VIDA

1º de Maio: Trabalhadores ocupam as ruas por direitos e contra a exploração

De norte a sul do país, atos marcam o Dia Internacional dos Trabalhadores com pautas urgentes: fim da escala 6×1, redução da jornada e melhores salários

Na próxima quinta-feira (1º) é celebrado o Dia do Trabalhador, também conhecido como Dia Internacional dos Trabalhadores ou Dia da Classe Operária. Para marcar a data, estão previstas diversas manifestações pelo país em prol de melhores condições de trabalho e renda. 

O que está em jogo neste 1º de Maio?

Pautas unificadas das centrais sindicais:

  • Fim da escala 6×1 – jornada exaustiva que domina comércio e serviços

  • Redução da jornada para 36h semanais (PEC 8/2025)

  • Aumento real de salários frente à carestia

  • Defesa dos direitos trabalhistas ameaçados

Destaque:
PEC das 36h (4 dias/semana), proposta pela deputada Erika Hilton (Psol-SP), ganha força com apoio do movimento Vida Além do Trabalho, que viralizou nas redes.


Principais atos pelo Brasil

São Paulo (SP)

Centrais Sindicais (CTB, CSB, Força Sindical, UGT, NCST, Pública e CUT)

  • Praça Campo de Bagatelle (Zona Norte)

  • 11h

  • Contra a exploração, por vida digna!

  • Avenida Paulista (em frente ao MASP)
  • 10h

  • Ato unitário de movimentos populares

Rio de Janeiro (RJ)

Cinelândia (Centro)

  • 14h

  • 6×1 é escravidão moderna!

Minas Gerais (MG)

Praça Sete (Belo Horizonte)

  • 9h

  • “Por emprego e direitos”

Nordeste

  • Salvador (BA): Atento Uruguai (Cidade Baixa) – 10h

  • Recife (PE): Praça do Derby – 10h

  • Fortaleza (CE): Praça Portugal – 15h

Sul

  • Porto Alegre (RS):

    • Ponte de Pedra (8h30)

    • Parque Harmonia (14h)

  • Curitiba (PR): Praça Eufrásio Correia – 14h

  • Florianópolis (SC): Escola América Dutra Machado – 13h


Por que ir às ruas?

  • Brasil tem 6,9 milhões de desempregados (IBGE)

  • Escala 6×1 domina comércio e serviços, corroendo saúde mental

  • Salário mínimo não cobre custo básico em nenhuma capital

“Não vamos normalizar a exaustão. Trabalhar não pode ser sinônimo de sofrimento”

Rick Azevedo, criador do Vida Além do Trabalho


Nota da Frente Livre:
Enquanto patrões lucram com horas extras, trabalhadores perdem saúde e tempo com a família. A luta por menos trabalho e mais vida continua!

Fonte: Brasil de Fato

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