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ECONOMIA

Desemprego cai no Brasil e número de trabalhadores com carteira assinada bate recorde

Mais gente trabalhando, renda maior e informalidade em queda: Brasil avança na geração de empregos formais

O Brasil acaba de bater um recorde importante: o número de trabalhadores com carteira assinada chegou a 39,6 milhões de pessoas, o maior da história. A taxa de desemprego ficou em 6,6% entre fevereiro e abril de 2025, o menor nível desde 2012.

Isso quer dizer que mais de 103 milhões de brasileiros estão ocupados, ou seja, trabalhando de forma regular — seja com carteira assinada, como autônomo ou em outras formas de trabalho. E o mais importante: a informalidade está caindo, e o emprego formal crescendo.

Se compararmos com o mesmo período do ano passado, quase 1 milhão de pessoas saíram do desemprego. Um sinal claro de que o país está se recuperando e gerando mais oportunidades.

Outro dado positivo: a massa de rendimento (ou seja, a soma dos salários de todos os trabalhadores) bateu recorde e chegou a R$ 349 bilhões. Isso significa que mais dinheiro está circulando na economia, impulsionando o comércio e ajudando no bem-estar das famílias brasileiras.

Segundo os dados do IBGE, a informalidade, que já chegou a mais de 40%, caiu para 37,9%. Ou seja, menos brasileiros estão dependendo de “bicos” ou trabalhos sem nenhum direito trabalhista.

Esses resultados mostram que o mercado de trabalho está mais forte, com mais empregos com carteira assinada, melhores salários e menos precarização. O governo Lula tem investido em políticas de crescimento com inclusão social, e os efeitos começam a aparecer.


[O que isso significa para você?]

  • Mais empregos formais com carteira assinada

  • Salários em alta e maior poder de compra

  • Menos desemprego e mais gente com renda

  • Trabalho com direitos garantidos, como férias, 13º e aposentadoria

  • Economia aquecida, com mais consumo e menos desigualdade


[Comparação internacional – Taxa de desemprego (2025)]

  • Brasil: 6,6%

  • México: 2,6% (mas com muita informalidade)

  • Índia: 8,1%

  • África do Sul: 32,9%

  • Argentina: 7,4% (em alta após crise econômica)


Fonte: Agência GovBr

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