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BRASIL

Direita reuniu uns gatos pingados na Esplanada babando por anistia

Poucos manifestantes que atenderam ao chamado do filho do ex-presidente golpista levantaram bandeiras dos EUA e de Israel

O ato em Brasília que reuniu bolsonaristas pela anistia aos golpistas, nesta terça-feira (7), foi um fracasso de público. Convocado pelo pastor Silas Malafaia, o evento conta com a presença de parlamentares de extrema-direita e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL).

A caminhada, segundo Malafaia, foi escolhida em um dia de semana devido à falta de tempo para organizar um protesto de grande porte no domingo, e busca pressionar a pauta na Câmara. O presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), deve avaliar a proposta ainda nesta semana.

Entre os participantes, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) compartilhou nas redes sociais uma foto do presidente Lula em 1979 com uma camiseta escrito “anistia”. “Que camisa maneira desse cara! Me fez lembrar que dia 7/10 às 16h tem caminhada pela anistia em Brasília”, comentou o parlamentar para convocar seus seguidores.

Detalhe: a anistia de Lula em 1979 fez parte da luta contra a ditadura. A anistia que a extrema direita pede agora é aos golpistas que queriam reimplantar uma ditadura no Brasil. 

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o ato esvaziado. Veja:

O ato também tem forte presença de produtos com referência aos Estados Unidos, incluindo camisetas da Lei Magnitsky, vendidas por R$ 40, e bandeiras com imagens de Jair Bolsonaro e Donald Trump lado a lado, acompanhadas da frase “O Brasil grande novamente”.

Comerciantes oferecem ainda blusas que fazem menção à reeleição de Trump em 2028, mesmo com a limitação constitucional de dois mandatos presidenciais nos Estados Unidos. “A camiseta sai a R$ 60”, explicou o vendedor Luan Carlos ao jornal O Tempo. Ele levou os produtos de São Paulo para o ato em Brasília na esperança de um público maior.

A presença de bandeiras e referências aos Estados Unidos já havia gerado repercussão na Paulista, incluindo críticas internas de bolsonaristas e menções internacionais após a sobretaxa de 50% imposta por Trump às exportações brasileiras. O jornal estadunidense The New York Times chegou a classificar a bandeira dos EUA como símbolo da direita brasileira.

Fonte: Diário do Centro do Mundo

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