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BRASIL

As 10 perguntas que calam Malafaia e expõem a farsa da “perseguição” a Sóstenes

Enquanto pastor grita sobre "ditadura" e "Venezuela", seu aliado no Congresso não consegue explicar R$ 400 mil em saco de lixo

Enquanto o pastor Silas Malafaia bradava em suas redes que a Operação Galho Fraco era uma “invenção” para “calar a oposição” e levar o Brasil “a caminho da Venezuela”, um roteiro de dez perguntas, compilado pelo ICL Notícias, expunha a realidade nua e crua dos fatos.

A defesa de Malafaia é uma narrativa puramente política, que ignora os fatos, alega perseguição, vitimiza o aliado e ataca as instituições. Ele segue à risca o manual da extrema-direita ao ser confrontada com fatos:

  • A operação é “inventada”.
  • O objetivo é “pescar” informações e “calar a oposição”. 
  • Ele evoca a narrativa de que o Brasil está “a caminho da Venezuela”. 
  • Os alvos são claros: “Alexandre de Moraes e o governo Lula”.

A narrativa de perseguição política, principal linha de defesa da extrema-direita, desmorona diante de questionamentos simples e factuais que o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do PL e espécie de mão política de Malafaia, se recusa a responder.

Abaixo, a lista de perguntas que Sóstenes Cavalcanti não respondeu e que desmonta o discurso de seu padrinho político:

    1. Por que a PF cumpriu mandado de busca e apreensão no seu gabinete?

    A Operação Galho Fraco, que investiga desvio de recursos públicos, mirou o gabinete do deputado no Rio de Janeiro. Qual a justificativa para tal ação, se não houvesse indícios robustos de irregularidades?

    2. Por que a PF apreendeu R$ 400 mil em espécie na sua casa?

    O deputado alega que o dinheiro é fruto de uma venda de imóvel em 2020, mas não apresentou provas concretas que sustentem essa versão no momento da apreensão.

    3. Por que a venda do imóvel não consta na sua declaração de Imposto de Renda?

    Se a origem do dinheiro é lícita, por que a transação não foi declarada à Receita Federal? A omissão levanta suspeitas de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro.

    4. Por que o dinheiro estava guardado em um saco de lixo?

    Acondicionar uma quantia tão elevada em um saco de lixo é um método, no mínimo, incomum e suspeito, que destoa das práticas de quem lida com recursos de origem comprovada.

    5. Por que adquirir um apartamento em Minas Gerais?

    O deputado mora no Rio, trabalha em Brasília e não possui imóvel em nenhuma dessas cidades. Qual a lógica ou finalidade de adquirir um apartamento em um terceiro estado, sem conexão aparente com sua vida pública ou privada?

    6. Por que manter R$ 400 mil em espécie dentro de casa?

    Manter uma fortuna em dinheiro vivo em casa, abrindo mão de segurança e rendimentos bancários, é uma atitude que exige uma explicação plausível, que não foi dada.

    7. Como se explica a movimentação milionária do motorista do deputado?

    Sóstenes afirma que seu motorista é “empresário”, mas não detalha a atividade econômica que justifique uma movimentação financeira superior a R$ 11 milhões.

    8. Por que um carro pago com dinheiro público era usado por sua filha?

    O deputado admitiu que um veículo alugado com a cota parlamentar era utilizado por sua filha, que não exerce função pública. O uso privado de bem público não foi justificado.

    9. Por que o deputado não respondeu às perguntas da imprensa?

    Ao encerrar a coletiva de imprensa de forma abrupta, recusando-se a responder perguntas, o deputado alimentou ainda mais as suspeitas sobre o caso.

    10. Por que o deputado tentou reduzir o alcance da investigação?

    Toda a comunicação do deputado após a operação se concentrou em desqualificar a investigação e as instituições, em vez de esclarecer os fatos e as evidências encontradas.

    As perguntas estão na mesa. O silêncio de Sóstenes e os gritos de Malafaia são, por si sós, a resposta.

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