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ataque iraniano
Captura de tela de filmagem divulgada pela Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) em 27 de março de 2026, mostra o momento do lançamento de mísseis contra posições israelenses e americanas. Foto: PressTV
GEOPOLÍTICA

Irã destrói “posto de gasolina” dos caças americanos

Aviões de reabastecimento estavam na base saudita de Al-Kharj

O conflito entre o e Irã e a aliança neofasista dos Estados Unidos com Israel entrou em mais uma fase de escalada nesta sexta-feira (27), com novos ataques do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) contra alvos militares na Arábia Saudita e instalações estratégicas no porto de Haifa, em Israel.

Segundo o comunicado divulgado pela IRGC e repercutido por veículos internacionais, foram destruídas aeronaves de reabastecimento e uma frota de apoio logístico dos Estados Unidos na base de Al-Kharj, Arábia Saudita, durante a 84ª onda da operação batizada de True Promise 4. A ação foi realizada com uma combinação de mísseis e drones.

A declaração afirma ainda que o ataque conseguiu furar o sistema de defesa da base e atingir aeronaves de grande porte estacionadas no local. A IRGC também disse que a ofensiva foi uma resposta ao uso de bases regionais por forças americanas e israelenses.

Ao mesmo tempo, a imprensa internacional relatou que drones iranianos atingiram pontos sensíveis no porto de Haifa, no norte de Israel. As informações apontam que os alvos incluíam estruturas ligadas à manutenção de embarcações militares e depósitos de combustível para aeronaves.

Ataques em múltiplas frentes

Os episódios mostram uma ampliação do raio de ação da guerra, que já não se limita ao confronto direto entre Irã e Israel. Agora, bases usadas pelos Estados Unidos na região também passaram a ser alvo das ofensivas iranianas, elevando o risco de expansão do conflito no Oriente Médio.

No caso de Haifa, os ataques atingiram instalações consideradas vitais para a logística militar israelense. Em Al-Kharj, o foco foi a presença militar americana em território saudita. A sequência de ataques faz parte de uma campanha mais ampla, conduzida em ondas sucessivas, com o objetivo de manter a ofensiva ativa e espalhar o custo militar da guerra por diferentes países e bases da região.

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