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Bolsonaro vai para o hospital sob vigilância da PF; Heleno obtém domiciliar por questões de saúde

Um vai se operar de hérnia e o outro diz que está com o Mal de Alzheimer

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), tomou duas decisões de grande repercussão nesta terça-feira (23) envolvendo figuras centrais do governo anterior. O ex-presidente Jair Bolsonaro foi autorizado a deixar a prisão para ser internado e realizar uma cirurgia, enquanto seu ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), o general Augusto Heleno, obteve o direito de cumprir sua pena em prisão domiciliar por razões humanitárias.

Jair Bolsonaro, que cumpre pena de 27 anos em uma sala na Superintendência da Polícia Federal em Brasília pela condenação na trama golpista, será internado nesta quarta-feira (24) no Hospital DF Star. A cirurgia, agendada para quinta-feira (25), visa tratar uma hérnia inguinal e um quadro de soluço persistente. A internação deve durar de cinco a sete dias.

A autorização de Moraes veio acompanhada de um rigoroso esquema de segurança. O ministro determinou que a Polícia Federal realize o transporte e a vigilância de Bolsonaro 24 horas por dia, com agentes posicionados na porta do quarto e em outras equipes dentro e fora do hospital. Além disso, foi proibida a entrada de celulares e outros dispositivos eletrônicos no quarto. A ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, será a única acompanhante autorizada a permanecer no local.

No mesmo dia, o general Augusto Heleno, de 78 anos, deixou o Comando Militar do Planalto, onde estava preso, para cumprir prisão domiciliar. A decisão de Moraes atendeu a um pedido da defesa, que alegou graves problemas de saúde do general, incluindo um diagnóstico de Alzheimer.

Condenado a 21 anos de prisão por sua participação na mesma trama golpista, Heleno estava em regime fechado desde 25 de novembro. Agora, ele deverá usar tornozeleira eletrônica, entregar seus passaportes e está proibido de usar telefone celular e acessar redes sociais.

Fonte: Com informações da Agência Brasil

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