Teerã – A guerra do Irã transformou-se em um atoleiro financeiro e militar para os Estados Unidos. Sem uma estratégia de saída clara, a ofensiva impulsionada por Donald Trump, líder do neofascismo global, já custou aproximadamente US$ 12 bilhões aos cofres americanos, segundo admitiu Kevin Hassett, diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca. Enquanto o prejuízo econômico se acumula, o governo iraniano rejeitou publicamente as alegações de Trump sobre supostas negociações em andamento, mantendo a escalada de tensão no Golfo Pérsico.
A recusa de Teerã em dialogar sob pressão militar evidencia o fracasso da aposta belicista de Washington. Longe de recuar, as Forças Armadas iranianas ampliaram o escopo de suas retaliações. Em um comunicado incisivo, o Irã declarou que todos os centros logísticos e bases que fornecem apoio ao porta-aviões americano USS Gerald R. Ford passam a ser considerados alvos militares legítimos. O Irã informou ter alvejado o navio com um míssil continental. O porta-aviões está supostamente em reparos no Mar Vermelho.
Ataques no Golfo e o colapso da estratégia
A ameaça direta à infraestrutura de suporte da Marinha dos Estados Unidos eleva o risco de perdas materiais e humanas para a coalizão ocidental. Os ataques contínuos na região do Golfo demonstram que a capacidade de resposta iraniana permanece intacta, contrariando as projeções iniciais do Departamento de Defesa dos Estados Unidos (Pentágono).
A tática de pressão máxima adotada pelo líder neofascista não apenas falhou em desarticular a defesa de Teerã, mas também unificou a resistência regional contra a presença americana.
Para analistas internacionais, a ausência de uma rota de fuga diplomática ou militar coloca o governo dos Estados Unidos em uma posição de extrema vulnerabilidade. O custo de US$ 12 bilhões em poucas semanas de conflito, somado à exposição de ativos navais estratégicos como o USS Gerald R. Ford, confirma que a guerra do Irã se tornou um erro de cálculo monumental, cobrando um preço insustentável para manter a agenda imperialista de Trump.
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