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internação de Bolsonaro
Ex-presidente foi levado às pressas da Papudinha para o hospital DF Star: relatos de vômitos e calafrio. Foto: Reprodução Redes Sociais
BRASIL

Bolsonaro passa mal após Moraes barrar visita

Defesa queria reunião ontem; hoje, alega vômito e calafrio

O ex-presidente e golpista condenado Jair Bolsonaro (PL), líder do neofascismo no Brasil, foi transferido às pressas do Complexo Penitenciário da Papuda para o hospital DF Star na manhã desta sexta-feira (13), alegando vômitos e calafrios.

A súbita piora no estado de saúde ocorre exatamente um dia após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), barrar a tentativa do bolsonarismo de realizar uma cúpula internacional dentro da cadeia com o assessor do governo dos Estados Unidos, Darren Beattie.

A internação expõe a impressionante conveniência do prontuário médico do ex-mandatário. Ontem, a defesa de Bolsonaro brigava na Justiça garantindo que ele tinha plenas condições e energia para sediar uma reunião “para-diplomática” com o emissário de Donald Trump.

Hoje, após o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) desmascarar a agenda do assessor e Moraes fechar a porta da Papudinha, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi às redes sociais anunciar que o pai passou a noite tossindo e precisou de socorro médico.

O resgate e o contraste com o “Itamaraty paralelo”

De acordo com as informações divulgadas pela família, Bolsonaro acordou passando mal. O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 7h40 e o ex-presidente foi levado à rede privada em uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), com apoio de um helicóptero. O cardiologista Brasil Caiado foi convocado às pressas para acompanhar o caso. Em nota, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) confirmou a saída do preso para atendimento, justificada pela avaliação de que a estrutura da prisão não seria suficiente para o quadro.

O episódio reforça a contradição já apontada por Moraes no início deste mês, quando o STF negou um pedido de transferência para prisão domiciliar. Na ocasião, o ministro destacou que a intensa rotina de visitas políticas de Bolsonaro na unidade prisional evidenciava sua “boa condição de saúde física e mental”. O contraste agora atinge seu ápice: o homem que ontem exigia a entrada de um tradutor para despachar assuntos de Estado com Washington, hoje amanhece doente demais para permanecer em sua cela.

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