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Israel ataca o Irã
Petroquímica atacada por Israel em Mahshahr, no Cuzistão, antes de ser alvejada. Foto: PressTV
GEOPOLÍTICA

Terrorismo sionista ataca petroquímica no Irã

Malogrado no Líbano, Israel ataca infraestrutura

Em mais uma demonstração de covardia e desespero, a máquina de guerra sionista de Israel bombardeou nesta segunda-feira (8) a Companhia Petroquímica Karun, localizada na cidade de Mahshahr, na província iraniana do Cuzistão. O ataque aéreo, que atingiu diretamente a infraestrutura econômica do país, é a resposta histérica de Tel Aviv à firmeza do Eixo da Resistência na defesa do Líbano.

A agressão foi confirmada por Valiollah Hayati, vice-governador de segurança e assuntos policiais do Cuzistão. Segundo ele, os projéteis israelenses causaram danos a uma parte das instalações, mas, até o momento, não há registro de vítimas. O bombardeio contra a petroquímica não é um caso isolado. Trata-se de uma tática sistemática do imperialismo para tentar asfixiar a economia iraniana. Durante a ofensiva conjunta dos Estados Unidos e de Israel no final de fevereiro, cinco linhas petroquímicas na mesma região já haviam sido danificadas.

O desespero sionista contra a infraestrutura civil

A escalada terrorista de Israel não se limitou ao Cuzistão. O regime sionista lançou ataques coordenados contra diversas regiões do Irã nas primeiras horas da manhã. Em Isfahan, a cidade de Najafabad foi alvo de bombardeios. Em Tabriz, na província do Azerbaijão Oriental, uma instalação militar foi atingida. Também foram registradas explosões em Teerã e na província de Hamadã. Em todos os casos, as autoridades locais confirmaram que não houve perda de vidas, provando a ineficácia tática da agressão.

Como medida de precaução e defesa da soberania, a Organização de Aviação Civil do Irã determinou o fechamento de todos os aeroportos na região oeste do país, incluindo os terminais internacionais de Mehrabad e Imam Khomeini, na capital.

A retaliação legítima contra o imperialismo

A ofensiva israelense ocorre logo após o Irã exercer seu legítimo direito de defesa. No domingo, as forças armadas iranianas dispararam uma saraivada de mísseis contra os territórios ocupados, em resposta às contínuas violações do cessar-fogo por Israel no Líbano.

Incapaz de dobrar a resistência palestina e libanesa no campo de batalha, o neofascismo israelense apela para o terrorismo contra a infraestrutura econômica do Irã. A agressão desta segunda-feira apenas reforça a promessa de Teerã: qualquer ataque imperialista será respondido com golpes ainda mais esmagadores.

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