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BRASIL

Lula bate qualquer um dos Bolsonaros, Tarcísio, Michele, Caiado, Zema, Ratinho ou Eduardo Leite

Novo estudo da Quaest confirma a resiliência do presidente e a preferência democrática do eleitorado brasileiro

Uma nova pesquisa Quaest, divulgada nesta quinta-feira (18), crava o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança absoluta para as eleições presidenciais de 2026. O levantamento o posiciona à frente em todos os cenários simulados, tanto no primeiro quanto no segundo turno, consolidando sua força política e o anseio da sociedade por um projeto progressista e democrático para o Brasil.

A Quaest, a pedido da Genial Investimentos, ouviu 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre 12 e 14 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais e 95% de confiança, garantindo a robustez dos dados. A pesquisa aponta estabilidade na liderança de Lula desde levantamento anterior, reiterando a aceitação de sua gestão.

No segundo turno, Lula demonstra vantagem significativa sobre os nove adversários testados, como Ciro Gomes (PDT), Ratinho Júnior (PSD), Tarcísio de Freitas (Republicanos), Jair Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo), Michelle Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (União), Eduardo Bolsonaro (PL) e Eduardo Leite (PSD). Fator crucial neste panorama é a inelegibilidade de Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e impedido de disputar por oito anos após o cumprimento da pena, já barrado também pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A pesquisa também aponta estabilidade na liderança de Lula, que já havia se consolidado, contrastando com o empate técnico de Tarcísio de Freitas em julho, no limite da margem de erro. Os dados detalhados do segundo turno revelam que Ciro Gomes, em sua primeira simulação, fica sete pontos atrás de Lula (33% contra 40%). Tarcísio de Freitas está oito pontos atrás; Ratinho Júnior, 12; Bolsonaro e Zema, 13; Michelle Bolsonaro e Ronaldo Caiado, 15; e Eduardo Bolsonaro e Eduardo Leite, 18 e 19 pontos atrás, respectivamente.

Essa consistente desvantagem da oposição evidencia a dificuldade de construir uma alternativa viável e coesa, impactando diretamente as chances da direita de articular uma candidatura competitiva.

A consistente vantagem de Lula é atribuída à sua capacidade de diálogo, à recuperação e ampliação de programas sociais essenciais, como o Bolsa Família e o Mais Médicos, e à firme defesa da democracia e dos direitos humanos, além da melhora generalizada nos indicadores econômicos e no dia a dia da população, com a menor taxa de desemprego da história. 

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