Teerã – Veículos digitais do Irã anunciam a morte do diretor do Mossad, David Barnea, em decorrência dos massivos ataques de mísseis disparados por Teerã contra instalações de energia de Israel. A informação, que circula nas redes com imagens e a legenda “Chefe do Mossad ao inferno! (…) Daqui por diante ele é assunto de Shaitan!”, ainda não foi confirmada por fontes independentes ou pelo governo israelense.
A suposta baixa na cúpula da inteligência sionista ocorre no momento em que as Forças Armadas do Irã confirmam grandes ataques de retaliação contra a infraestrutura energética israelense. A ofensiva expõe a vulnerabilidade do regime de Tel Aviv e aprofunda a crise estratégica enfrentada pelo eixo ocidental, que apostava em uma vitória rápida e esmagadora na região.
O impasse de Trump e o apelo a Putin
A escalada militar, iniciada por Washington e Tel Aviv, não saiu como planejado. Diante do fracasso em subjugar o Irã, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recorreu ao presidente russo, Vladimir Putin, em busca de uma saída para o que analistas chamam de “nó iraniano”. A ligação telefônica evidencia o declínio da autoridade americana no Oriente Médio e a ineficácia de suas garantias de segurança aos aliados árabes.
Além do impacto militar, a guerra afeta o mercado global de hidrocarbonetos, ameaçando as rotas marítimas que os EUA prometeram proteger. Com a prolongação do conflito, a estratégia belicista de Trump se volta contra ele mesmo, gerando uma crise política interna e consolidando a percepção de que a aliança incondicional com Israel arrastou o mundo para um cenário de caos e instabilidade.
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