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Operação Força Integrada 2
Operação Força Integrada 2, braço da Carbono Oculto, impulsiona megaoperação da PF em 16 estados, mirando finanças e logística das facções criminosas. Foto: Divulgação PF
VIDA

PF avança contra facções; direita esconde seus presos

Nova Operação contra o crime organizado

Embora a extrema direita siga ocupada em inundar as redes sociais com mentiras, a Polícia Federal (PF) realizou nesta terça-feira (12) uma nova etapa da Operação Força Integrada 2, desdobramento direto da Operação Carbono Oculto. Lançada pelo governo Lula, a Carbono Oculto se tornou a maior ofensiva da história contra o financiamento das facções, adotando a estratégia inédita de sufocamento financeiro como eixo central do combate ao crime organizado. A ação de hoje alcançou 16 estados e cumpriu 71 mandados de prisão.

A PF informou que a operação atual investiga ramificações que envolvem ocultação patrimonial, empresas de fachada e movimentação de recursos ilícitos. Segundo a corporação, as redes criminosas utilizavam “logística aérea sofisticada, interpostas pessoas e empresas de fachada para movimentação de ativos e ocultação patrimonial”.

Foco em logística, armas e lavagem

No Espírito Santo, agentes cumpriram medidas voltadas para o desmonte da logística de armamento, com buscas em imóveis ligados a armazenamento de armas e explosivos. Em Alagoas, o alvo foi um núcleo que receptava equipamentos da Caixa Econômica Federal e produzia documentos e notas fiscais falsificadas para alimentar outras etapas do esquema.

Em Uberlândia, Minas Gerais, a PF avançou sobre uma rede ligada ao tráfico interestadual e internacional de drogas. De acordo com os investigadores, há uso de “logística aérea sofisticada”, interpostas pessoas e empresas fictícias para esconder patrimônio e viabilizar a circulação dos recursos. Só nesse braço da operação, foram cumpridos 41 mandados de busca e 22 de prisão.

Enquanto a PF avança, a extrema direita inventa versões

A despeito do avanço histórico nas investigações contra facções, a extrema direita passou o dia espalhando desinformação nas redes sociais, tentando atribuir às operações algum tipo de conivência do governo com o crime.

Nada falaram, porém, sobre seus próprios quadros presos: dois deputados estaduais bolsonaristas foram detidos no Rio de Janeiro nos últimos meses.

Um deles, TH Joias, é acusado de vender armas para o Comando Vermelho. O outro, Rodrigo Bacelar, é investigado por vazamento de informações sigilosas de operações policiais para a facção.

Enquanto a realidade se impõe nas ruas com operações concretas, a retórica das redes sociais segue funcionando como biombo para blindar aliados comprometidos com o crime organizado.

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