Dólar
R$ 5.08 Subiu
Euro
5.789 Subiu
Brasília
18°C 29°C 18°C

Explore Mais

Colunas exclusivas e conteúdos especiais

Flávio Bolsonaro documentário ICL
Eduardo Moreira, do ICL Notícias, apresenta o documentário sobre Flávio Bolsonaro que causou crise na campanha neofascista. Foto: ICL
BRASIL

Bolsonaro manda liberdade de expressão às favas

PL vai ao TSE tentar censurar documentário do ICL Notícias

O Partido Liberal (PL) ingressou com representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que pede a censura da divulgação do documentário “Flávio Bolsonaro: a verdadeira história sobre o filho zero um”, produzido pelo Instituto Conhecimento Liberta (ICL). O filme foi lançado nesta quinta-feira (23), no YouTube. A representação pede que o ICL “interrompa imediatamente a mobilização e a divulgação” do documentário.

O partido quer também que o instituto informe o custo da produção e divulgação da obra, além de responder “se mantém contratos com o governo federal” e se recebe verbas “de partidos políticos, como o PT”. Por várias vezes o fundador do ICL, Eduardo Moreira, declarou que o instituto não tem patrocínios e nem recebe verbas de nenhuma empresa, partido ou governo, e se sustenta apenas da mensalidade dos alunos que fazem os mais de 300 cursos oferecidos pela instituição.

Na ação, o PL alega que o instituto promove “propaganda eleitoral antecipada contra o senador e pré-candidato”.

 👀 Assista o documentário

documentário ICL Flávio Bolsonaro

Em resposta, o ICL emitiu nota informando que é “uma plataforma de jornalismo reconhecida por sua dedicação à imprensa livre, independente e sem patrocínios de grupos políticos ou econômicos”. Diz o texto que “é justamente esse compromisso histórico com a apuração rigorosa dos fatos que sustenta a produção do documentário ‘Flávio Bolsonaro: a verdadeira história sobre o filho zero um’”.

“Por isso, recebemos com indignação a representação eleitoral protocolada pelo Partido Liberal (PL) no Tribunal Superior Eleitoral. A ação revela, em nossa avaliação, o claro objetivo de intimidar e silenciar um veículo de comunicação que tem como missão o jornalismo responsável, livre e desvinculado de qualquer amarra partidária ou empresarial”, afirma a nota do ICL.

E prossegue: “Criticar e questionar figuras públicas é função essencial da imprensa em qualquer democracia”.

A ação do PL se refere à estratégia de divulgação do ICL, usada em várias oportunidades para dar conhecimento ao público do lançamento de seus produtos culturais e jornalísticos, como “complexa operação de mobilização político-eleitoral”. A nota do instituto rebate: “Tentar enquadrar a divulgação de uma produção jornalística como suposta ‘propaganda eleitoral ilícita’ é, antes de tudo, uma tentativa de deslegitimar o trabalho de apuração e transformar o exercício da liberdade de imprensa em objeto de perseguição judicial e censura.”

O ICL reafirma no texto “seu compromisso com a verdade e com a informação de interesse público”, e confirma que “continuará nas trincheiras pela liberdade de expressão e pelo exercício do jornalismo livre, tal como garantido pela Constituição Federal”.

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Final da página
WhatsApp

Frente LIVRE

Normalmente responde dentro de uma hora
Frente LIVRE

Olá 👋

Fale com o ciberporto da esquerda popular ✊💡

20:57