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Queda preço gasolina Petrobras
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard (ao centro), confirmou que a gasolina vai acompanhar a queda internacional do petróleo, blindando o Brasil da especulação. Foto: Foto: Ricardo Stuckert/PR
ECONOMIA

Petrobras anuncia queda no preço da gasolina

Preço do barril cai e governo prepara alívio no bolso do povo

A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, confirmou nesta quarta-feira (1º) que o preço da gasolina vai cair, acompanhando a tendência internacional de redução do barril de petróleo. A declaração ocorre logo após a estatal anunciar cortes no diesel e no querosene de aviação, reflexo do recuo neofacista dos EUA e Israel na Guerra do Irã, que havia inflacionado o mercado global.

Isso importa porque afeta diretamente o custo de vida da classe trabalhadora. O preço do combustível dita o valor do frete, dos alimentos e do transporte público. Garantir que a gasolina caia sem que o consumidor seja feito de refém da histeria do mercado financeiro é uma questão de soberania e segurança econômica.

O cenário global se acalmou com a retomada do fluxo de navios no Estreito de Ormuz, derrubando o barril tipo Brent para a casa dos 70 dólares. Mas a verdadeira vitória aqui é interna. A atual gestão da Petrobras provou que é possível acompanhar o mercado sem importar a volatilidade que destrói o planejamento das famílias brasileiras.

Magda foi cirúrgica ao lembrar o desastre de 2018, quando a política de Paridade de Preço de Importação (PPI) impunha reajustes diários nas bombas. Aquela política, defendida com unhas e dentes pelos neoliberais, não apenas enlouqueceu os motoristas como fez a Petrobras perder fatia de mercado. Hoje, a estatal analisa o cenário com calma e profissionalismo, priorizando o fornecimento de produtos que caibam no bolso da sociedade, sem abrir mão da saúde financeira da empresa.

Enquanto o mercado financeiro cobra a manutenção de lucros exorbitantes para acionistas estrangeiros, o governo federal usa a Petrobras para o que ela foi criada: servir ao desenvolvimento do Brasil. A queda no preço internacional vai chegar às bombas, mas no tempo certo, sem a ansiedade especulativa que só beneficia quem não produz nada.

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