A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, confirmou nesta quarta-feira (1º) que o preço da gasolina vai cair, acompanhando a tendência internacional de redução do barril de petróleo. A declaração ocorre logo após a estatal anunciar cortes no diesel e no querosene de aviação, reflexo do recuo neofacista dos EUA e Israel na Guerra do Irã, que havia inflacionado o mercado global.
O cenário global se acalmou com a retomada do fluxo de navios no Estreito de Ormuz, derrubando o barril tipo Brent para a casa dos 70 dólares. Mas a verdadeira vitória aqui é interna. A atual gestão da Petrobras provou que é possível acompanhar o mercado sem importar a volatilidade que destrói o planejamento das famílias brasileiras.
Magda foi cirúrgica ao lembrar o desastre de 2018, quando a política de Paridade de Preço de Importação (PPI) impunha reajustes diários nas bombas. Aquela política, defendida com unhas e dentes pelos neoliberais, não apenas enlouqueceu os motoristas como fez a Petrobras perder fatia de mercado. Hoje, a estatal analisa o cenário com calma e profissionalismo, priorizando o fornecimento de produtos que caibam no bolso da sociedade, sem abrir mão da saúde financeira da empresa.
Enquanto o mercado financeiro cobra a manutenção de lucros exorbitantes para acionistas estrangeiros, o governo federal usa a Petrobras para o que ela foi criada: servir ao desenvolvimento do Brasil. A queda no preço internacional vai chegar às bombas, mas no tempo certo, sem a ansiedade especulativa que só beneficia quem não produz nada.





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