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Preços dos alimentos estabilizados em junho no Brasil. Foto: Arquivo EBC
ECONOMIA

Inflação de alimentos cai abaixo de zero em junho

Café, tomate e carnes puxam queda

O Brasil recebeu na sexta-feira (10) a notícia que a grande imprensa tenta minimizar, mas os números do IBGE não deixam mentir: a inflação de alimentos e bebidas ficou negativa em junho, registrando -0,24%. O índice, que em maio ainda marcava 1,33% positivo, despencou para abaixo de zero — um feito que só foi possível graças à política econômica baseada no fortalecimento da renda dos trabalhadores adotada pelo governo Lula 3.

Segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo IBGE, o índice geral de inflação ficou em 0,16%, uma queda de 0,42 ponto percentual em relação a maio. No ano, o IPCA acumula alta de 3,36% e, nos últimos doze meses, o índice ficou em 4,64%, abaixo dos 4,72% dos 12 meses anteriores. O recuo é ainda mais significativo no segmento de alimentos e bebidas, que passou de 1,33% em maio para -0,24% em junho — uma variação de 1,57 ponto percentual em apenas um mês.

O que barateou no prato do povo

A lista de alimentos que tiveram queda de preço confirma o acerto da política econômica: café, tomate, frutas e carnes puxaram o índice para baixo. O movimento ocorre após três meses de alta moderada e representa um alívio direto no orçamento das famílias brasileiras. A alimentação fora do domicílio também registrou queda, indicando que o fenômeno não se restringe aos supermercados.

É importante lembrar que, até o primeiro semestre do ano passado, a inflação de alimentos era uma preocupação quase permanente. O governo Lula 3 mudou essa equação com medidas como o subsídio aos combustíveis, a fiscalização ostensiva contra abusos nos postos e a valorização do salário mínimo, que fortaleceu o poder de compra dos trabalhadores e estimulou a concorrência no setor.

O contraste com a direita

Enquanto isso, nos países vizinhos governados pela extrema direita, a realidade é outra. Na Argentina de Javier Milei e no Chile de Jose Antonio Kast, a inflação de alimentos continua corroendo o poder de compra da população, com altas que ultrapassam os dois dígitos no acumulado do ano. O Brasil, ao contrário, registra uma inflação alimentar negativa — exatamente o oposto do que a oposição neofascista apregoa quando tenta vender a ideia de que o país “está quebrado”.

A verdade é que a política econômica de Lula 3, baseada no fortalecimento da renda, no controle dos preços dos combustíveis e na geração de emprego, está colocando comida mais barata na mesa do trabalhador. O centrão, a extrema direita e seus porta-vozes na mídia tradicional podem continuar torcendo contra, mas os números do IBGE são implacáveis.

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