Dólar
R$ 5.13 Subiu
Euro
5.958 Subiu
Brasília
19°C 27°C 18°C

Explore Mais

Colunas exclusivas e conteúdos especiais

PIB cresce Brasil
Imagem: FLIA com Magnific
ECONOMIA

PIB cresce 0,5% e Brasil tem 5º maior alta do mundo

Economia avança e país sobe para 10ª maior do mundo

A economia brasileira cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026 na comparação com o primeiro, informou nesta terça-feira (1º) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação ao segundo trimestre de 2025, o Produto Interno Bruto (PIB), conjunto dos bens e serviços produzidos no país, apresenta alta de 2%. No acumulado de quatro trimestres, a expansão é de 1,9%.

O resultado coloca o Brasil como dono da quinta maior alta do PIB entre os 50 países que já divulgaram o desempenho do trimestre, à frente de Estados Unidos, China e Canadá, segundo o ranking da agência classificadora de risco Austin Rating, com dados do Fundo Monetário Internacional (FMI). O país também supera a média global (0,2%), da Zona do Euro (0,1%) e do G7. O PIB chegou a R$ 3,4 trilhões no trimestre.

Canal no WhatsApp

Receba notícias da Frente Livre direto no celular.

O ranking que a mídia esconde

O topo da lista é ocupado pela Irlanda, com expansão de 1%, seguida de Indonésia (0,9%), Angola (0,7%) e Malásia (0,6%). O Brasil aparece em quinto, com 0,5%, à frente de Eslovênia, Lituânia, Suécia, Estados Unidos, Sérvia, Suíça, Singapura, México, Tunísia, Taiwan, Colômbia, Turquia, Polônia, China e Canadá.

O desempenho veio acima das expectativas do mercado, que acreditava em alta de 0,4%, segundo boletim da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda. A Austin Rating compara também os países por tamanho do PIB: o Brasil era a 11ª maior economia em 2025 e, em 2026, subiu para a décima posição, com US$ 2,64 trilhões, à frente do Canadá. A projeção é que ultrapasse a Rússia e alcance o nono lugar em 2027.

O agro que puxa e o povo que voa

Pela ótica da produção, a agropecuária foi o destaque, com variação positiva de 2,8% na passagem do primeiro para o segundo trimestre e alta de 6,2% em 12 meses, puxada pela soja (5,3%) e pelo café (15,1%). A indústria variou 0,1%, com a indústria extrativa saltando 3,4%. O setor de serviços, que mais emprega, cresceu 0,2%, com destaque para informação e comunicação (2,1%) e transporte (1,1%). A Formação Bruta de Capital Fixo, que representa os investimentos, cresceu 1,2%.

O número não veio sozinho. Veio no bojo de uma avalanche de recordes que a narrativa da direita não consegue explicar. O desemprego no trimestre terminado em julho ficou em 5,3%, o menor da história da Pnad Contínua, com 103,3 milhões de pessoas ocupadas. O Brasil acumula mais de 10 milhões de empregos formais desde janeiro de 2023, com 62,8 milhões de trabalhadores com carteira assinada. A renda média renovou a máxima da série, e a prévia da inflação fechou em -0,40%, a menor desde 2020, abrindo espaço para juros menores.

O ‘país quebrado’ que decola

A prova de que o crescimento chega à ponta está nos aeroportos: os voos domésticos transportaram 59 milhões de passageiros entre janeiro e julho, o maior volume desde o início da série histórica, em 2000. Mais dinheiro no bolso significa mais consumo, e consumo significa passagem aérea, viagem, turismo.

Enquanto isso, a Faria Lima chora, os papa-terminais de plantão torcem o nariz e a oposição chama os dados de “não sei o quê”. Mas os números não mentem: o Brasil cresce mais que Estados Unidos e China, o desemprego cai para o menor nível da história, o salário bate recorde e o povo lota aeroportos. A direita previu recessão. O país cresce, emprega e decola. E a oposição fica no chão, esperando.

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Final da página
WhatsApp

Frente LIVRE

Normalmente responde dentro de uma hora
Frente LIVRE

Olá 👋

Fale com o ciberporto da esquerda popular ✊💡

20:57