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ECONOMIA

Petrobras rumo ao lucro: a verdade por trás da mentira

Enquanto a extrema direita espalha que estatais estão "quebradas", a Petrobras surpreende e paga bilhões em dividendos. Entenda a farsa e o que isso significa para o Brasil

A Petrobras, a gigante do nosso petróleo, acaba de dar um tapa na cara das mentiras espalhadas a torto e a direito pela extrema direita, que jurava que as estatais estavam “quebradas” no governo Lula. Pois bem: o Conselho de Administração da empresa aprovou o pagamento de R$ 8,66 bilhões em dividendos e juros sobre o capital próprio aos seus acionistas. Isso significa que a Petrobras não só está de pé, como está forte, gerando lucro e distribuindo valor.

Esse dinheiro, em grande parte, volta para o bolso do povo brasileiro, já que o governo é o maior acionista da Petrobras. É um sinal claro de que as coisas estão no rumo certo, gerando prosperidade e desmentindo quem torce contra o Brasil.

E como isso foi possível? Essa bolada toda, que equivale a R$ 0,67192409 por cada ação da empresa, vem como  antecipação de um lucro que a Petrobras teve em julho deste ano. O pagamento mostra a robustez financeira da empresa, que não só está  longe de “quebrar”, como registrou um lucro líquido de R$ 26,7 bilhões no segundo trimestre de 2025. 

Essa virada é fruto de uma gestão eficiente, que melhorou as operações e implementou novos sistemas de produção. Ou seja, a Petrobras não só se recuperou, como está dando lucros recordes sob a gestão atual, contrariando todas as narrativas da oposição que tentavam pintar um cenário de desastre. 

O pagamento dos dividendos será feito em duas parcelas para os acionistas. A primeira chega no dia 21 de novembro e a segunda, no dia 22 de dezembro de 2025. A primeira parcela, de R$ 0,33596205 por ação, virá inteira como juros sobre o capital próprio. A segunda, de R$ 0,33596204 por ação, será dividida: R$ 0,20092175 como dividendos e R$ 0,13504029 como juros sobre capital próprio.

Essa distribuição de lucros segue a política da empresa, que prevê a entrega de 45% do fluxo de caixa livre aos acionistas, desde que o endividamento bruto esteja dentro do limite de US$ 75 bilhões, conforme o Plano de Negócios.

A notícia reforça a confiança do mercado na Petrobras e mostra a sua capacidade de gerar riqueza, desmentindo as notícias falsas sobre suposta insolvência das estatais no atual governo. A “data base” para os acionistas que querem receber esse dinheiro é 21 de agosto de 2025 para quem tem ações na Bolsa de Valores brasileira, e 25 de agosto de 2025 para quem tem ADRs negociados em Nova York. As ações da Petrobras serão negociadas “ex-direitos” a partir de 22 de agosto de 2025, ou seja, sem o direito a esses proventos a partir dessa data.


[Análise Comparativa]

 Enquanto a Petrobras paga bilhões em dividendos, consolidando-se como uma das gigantes globais do setor de energia, empresas do mesmo porte em outros países enfrentam volatilidade e pressões econômicas. A capacidade da Petrobras de gerar lucros expressivos e remunerar seus acionistas em um cenário global complexo demonstra sua resiliência e a eficácia da sua estratégia, colocando-a em pé de igualdade ou até à frente de muitas de suas concorrentes internacionais. Isso fortalece a imagem do Brasil no cenário econômico mundial.

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