A Azul e a Gol assinaram um memorando de entendimento para uma possível fusão, que concentraria 60% do mercado aéreo brasileiro. A união depende da conclusão da recuperação judicial da Gol nos EUA, prevista para abril de 2025.
Principais pontos:
Estrutura
1. Conselho de administração: 3 membros da Abra (holding da Gol e Avianca), 3 da Azul e 3 independentes.
2. Presidência: indicado pela Abra.
3. CEO: John Rodgerson (Azul).
Operações
1. Marcas Gol e Azul permanecem independentes.
2. Compartilhamento de aeronaves e voos.
3. Azul continua comprando aviões da Embraer.
Condições
1. Aprovação do Cade e Anac (2026).
2. Alavancagem financeira não pode ultrapassar 4,5 vezes o valor das companhias.
3. Sem novos investimentos financeiros.
Impacto
1. Maior conectividade entre cidades e destinos regionais.
2. Fortalecimento da presença no mercado internacional.
A fusão ainda depende de aprovações regulatórias e financeiras.
Fonte: EBC






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