Dólar
R$ 4.96 Desceu
Euro
5.804 Desceu
Brasília
22°C 26°C 17°C

Explore Mais

Colunas exclusivas e conteúdos especiais

BRASIL

Chegou a conta da farsa grotesca montada por Nikolas na eleição de 2024

Deputados Nikolas Ferreira e Bruno Engler (PL-MG) na mira do Ministério Público Eleitoral por usarem mentiras asquerosas contra ex-prefeito de BH

No cenário político atual, onde a polarização extrema e a ameaça aos direitos coletivos se intensificam, a ação do Ministério Público Eleitoral de Minas Gerais (MPE-MG) surge como um farol de esperança e um grito de alerta. O MPE-MG pediu a suspensão dos direitos políticos dos deputados Nikolas Ferreira e Bruno Engler, ambos do Partido Liberal (PL-MG), por uma razão gravíssima: ataques difamatórios e a disseminação de fake news contra o ex-prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman (PSD-MG), durante as eleições de 2024. Isso não é apenas um caso isolado de calúnia eleitoral; é a escancarada tática da extrema direita de desqualificar adversários e minar as bases democráticas através da mentira.

Para nós, que valorizamos a informação clara, confiável e, acima de tudo, acionável, essa denúncia é um divisor de águas. Ela revela a podridão da estratégia bolsonarista e neofascista de fabricar narrativas para manipular a opinião pública. A ação do MPE aponta que os parlamentares divulgaram informações descaradamente falsas com o objetivo de prejudicar a candidatura de Fuad e, cinicamente, favorecer Bruno Engler no segundo turno. É o manual da guerra híbrida sendo aplicado para suprimir a verdade e sufocar a voz do povo.

A gravidade do caso é amplificada pelo alvo dos ataques. Fuad Noman, um homem que já não está entre nós, foi covardemente atingido. Além da perda dos direitos políticos, o MP exige que os acusados indenizem por danos morais a família do ex-prefeito, falecido em março deste ano, aos 77 anos. A memória de um homem público foi ultrajada, e isso exige justiça. É um ato de altruísmo e defesa dos direitos coletivos que o Ministério Público não se curve diante da barbárie da desinformação.

A tática da extrema direita é perversa: a campanha de Engler usou de forma grotescamente distorcida um trecho do livro “Cobiça”, escrito por Fuad, para acusá-lo falsamente de apologia à pedofilia. Sim, você leu certo: a pedofilia, uma das piores e mais repulsivas acusações, usada de forma leviana e sem qualquer lastro na realidade. E não parou por aí: uma atividade cultural da prefeitura ligada à cena de quadrinhos, um espaço de liberdade e expressão, foi associada de maneira caluniosa à exposição de crianças a conteúdo impróprio. Isso é a face mais sórdida do moralismo de fachada da extrema direita, que ataca a cultura, a liberdade e a inocência para promover sua agenda de ódio e retrocesso.

Essa não é uma luta isolada. Outros nomes do partido de Jair Bolsonaro (PL) também foram denunciados, mostrando a capilaridade da rede de desinformação: Cláudia Araújo Romualdo, a Coronel Cláudia (PL-MG), candidata a vice-prefeita na chapa de Engler e presidente do PL Mulher Belo Horizonte, e a deputada Sheila Aparecida Pedrosa, a Delegada Sheila (PL-MG). É uma orquestração criminosa contra a verdade.

Para que você, que busca mobilização e clareza, entenda a fundo, veja o papel de cada um nessa farsa:

Acusado(a) Denúncia do MPE
Bruno Engler Articulou a campanha de desinformação; usou trechos do livro “Cobiça” de forma distorcida para associar Fuad a crimes; levou o livro a um debate na TV para acusá-lo de obra “erótica e pornográfica”.
Nikolas Ferreira Participação central na disseminação das fake news; usou redes sociais para publicar conteúdos falsos e ofensivos; descumpriu ordem judicial para remover publicações.
Coronel Cláudia Compartilhou acusações falsas durante a campanha, inclusive em conteúdo veiculado na TV, afirmando que o livro era “muito pesado” para ser lido em voz alta.
Delegada Sheila Também compartilhou desinformação sobre o livro de Fuad Noman, ajudando a espalhar as peças de campanha difamatórias.

O que mais indigna é que essa não é a primeira vez que a Justiça se posiciona. Durante a própria campanha, a Justiça Eleitoral considerou o conteúdo calunioso e determinou a suspensão da propaganda, além de conceder direito de resposta ao candidato do PSD. Em outubro de 2024, o juiz Adriano Zocche foi enfático, afirmando que Engler disseminou desinformação ao sugerir que a obra fazia apologia à pedofilia. Ele inclusive ampliou o tempo de resposta de Fuad na propaganda eleitoral gratuita, uma medida para tentar compensar a vileza dos ataques.

Essa denúncia do MPE-MG é um marco na luta contra o neofascismo e a desinformação que envenenam nossa sociedade. Ela mostra que as instituições democráticas estão atentas e dispostas a agir contra aqueles que tentam destruir a justiça social e os direitos coletivos. Para Tânia e para todos nós, é um chamado à vigilância e à mobilização. Devemos estar sempre prontos para desmascarar as mentiras, defender a verdade e lutar por um Brasil onde a liberdade, a igualdade e a fraternidade sejam pilares inegociáveis.

Fonte: Brasil de Fato

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Final da página
WhatsApp

Frente LIVRE

Normalmente responde dentro de uma hora
Frente LIVRE

Olá 👋

Fale com o ciberporto da esquerda popular ✊💡

20:57