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ECONOMIA

Desemprego cai mais ainda em outubro

Pnad Contínua revela menor taxa de desocupação da série histórica e rendimento recorde no país

A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,4% no trimestre móvel encerrado em outubro, o menor patamar desde o início da série histórica, em 2012. Os dados, divulgados nesta sexta-feira (28) pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), também revelam que a massa de rendimentos dos trabalhadores atingiu um valor recorde, com crescimento de 5% no último ano.

O índice de desocupação apresentou um recuo de 0,2 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (maio a julho) e uma queda mais acentuada, de 0,7 ponto, na comparação com o mesmo período de 2024, quando a taxa era de 6,2%.

Com essa retração, a população desempregada foi estimada em 5,9 milhões de pessoas, uma redução de 788 mil indivíduos em um ano. Em contrapartida, o número de pessoas ocupadas alcançou 102,6 milhões, um acréscimo de 926 mil trabalhadores no mesmo período.

“O elevado contingente de pessoas ocupadas nos últimos trimestres contribui para a redução da pressão por busca por ocupação e, como resultado, a taxa de desocupação segue em redução”, explicou Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE.

Renda atinge patamar recorde

A massa de rendimento real habitual, que representa a soma de todos os salários pagos no país, chegou a R$ 357,3 bilhões, o maior valor já registrado. O montante representa uma alta de 5% em relação ao ano anterior, um acréscimo de R$ 16,9 bilhões na economia.

Segundo Adriana Beringuy, a combinação de um número recorde de trabalhadores empregados com a estabilidade do salário médio permitiu que a massa de rendimentos atingisse esse novo pico histórico. O rendimento médio do trabalhador também cresceu 3,9% no acumulado de 12 meses.

Subutilização e informalidade recuam

A taxa de subutilização da força de trabalho, que inclui desocupados, pessoas que trabalham menos horas do que gostariam e aquelas disponíveis para trabalhar mas que não procuram emprego, manteve-se em 13,9%.

No entanto, os componentes desse indicador registraram melhoras significativas. O número de trabalhadores subocupados por insuficiência de horas caiu para 4,57 milhões, o menor contingente desde abril de 2016. A força de trabalho potencial recuou para 5,2 milhões, o patamar mais baixo desde dezembro de 2015.

A taxa de informalidade ficou em 37,8% da população ocupada, o que equivale a 38,7 milhões de trabalhadores. Embora estável no trimestre, o índice é inferior aos 38,9% registrados no mesmo período de 2024. Em paralelo, o número de empregados com carteira assinada no setor privado atingiu um novo recorde, com 39,18 milhões de pessoas, um aumento de 927 mil em um ano.

Setores em destaque

Os setores que mais impulsionaram a ocupação no trimestre foram a construção, com a criação de 192 mil postos de trabalho, e o grupo de administração pública, defesa, seguridade social, educação e saúde, que somou 252 mil novas vagas.

Fonte: Com informações do Portal Vermelho

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