O dólar comercial fechou esta terça-feira (29) em queda de 0,31%, cotado a R$ 5,631, marcando a oitava sessão consecutiva de recuo – a sequência mais longa desde novembro de 2023. O movimento reflete dois fatores principais: o alívio nas tensões comerciais entre EUA e China, com possível redução de tarifas para montadoras americanas, e a expectativa de manutenção dos juros altos no Brasil, que mantêm o país atrativo para investidores estrangeiros.
A moeda norte-americana chegou a tocar R$ 5,62 no início da tarde, seu menor valor desde 3 de abril, acumulando:
- Queda de 1,31% em abril
- Desvalorização de 8,88% em 2025
Enquanto isso, o Ibovespa teve dia volátil:
<> Abriu em alta, mas perdeu força com realização de lucros
<> Fechou em 135.093 pontos (+0,06%), quase estável
Os mercados reagiram a duas notícias cruciais:
- EUA: Anúncio de crédito fiscal de 15% para montadoras (compensando tarifas de 25% sobre importações)
- Brasil: Sinalização do BC de que juros se manterão altos enquanto inflação não ceder
Box de Análise
> Por que o dólar cai?
EUA e China negociam redução de tarifas
Fluxo de capitais para o Brasil com Selic atrativa
> Riscos à vista:
Inflação brasileira ainda pressiona BC
Possível reversão se guerra comercial reacender
Detalhes Técnicos
Cronograma do dia:
- 12h20: Dólar atinge mínima diária (R$ 5,62)
- 17h: Fechamento com leve recuperação
Comparativo anual:
- Máxima de 2025: R$ 6,18 (11/01)
- Mínima de 2025: R$ 5,62 (29/04)
Fonte: Agência Brasil






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