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guerra do Irã
Momento em que míssil iraniano atinge a base militar Victoria, dos EUA, perto do Aeroporto Internacional de Bagdá, no Iraque. Foto: Reprodução Vídeo RT News
GEOPOLÍTICA

Guerra do Irã impõe severa derrota a Trump

Ofensiva atinge tropas de Israel e bases dos EUA na região

Teerã – A guerra do Irã impôs um duro revés à aliança imperialista capitaneada por Donald Trump, líder do neofascismo global, neste fim de semana. Em uma ação coordenada que expõe a vulnerabilidade do eixo Washington-Tel Aviv, o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) e combatentes do Hezbollah lançaram ondas de mísseis e drones contra bases estratégicas dos Estados Unidos no Oriente Médio e posições militares de Israel. A ofensiva simultânea deixou dezenas de soldados feridos e infraestruturas destruídas.

A retaliação iraniana mirou o coração da presença militar norte-americana na região. Utilizando armamento balístico e drones suicidas de alta precisão, as Forças Armadas de Teerã saturaram e superaram os sistemas de defesa antiaérea dos EUA.

O ataque evidencia o custo altíssimo do conflito não provocado iniciado por Trump, que arrastou o país para um atoleiro bélico na tentativa de sustentar a máquina de extermínio promovida pelo regime sionista.

A Suíça negou formalmente o pedido de Trump para que os países do Ocidente enviem navios de guerra para abrir o Estreito de Hormuz.

 

Baixas em Israel e colapso estratégico

Enquanto as bases americanas queimavam, o norte dos territórios ocupados por Israel foi alvo de uma pesada operação do grupo libanês Hezbollah. A milícia bombardeou concentrações de tropas israelenses, resultando em dezenas de militares feridos e forçando recuos táticos. A ação expõe a fragilidade do chamado “Domo de Ferro” e das defesas de Israel, que agora se vê encurralado e sangrando em uma guerra de múltiplas frentes.

O recrudescimento dos combates confirma o colapso da estratégia de pressão máxima do Ocidente. Longe de intimidar a resistência regional, a agressão impulsionada pelo governo neofascista estadunidense unificou as frentes de batalha contra os invasores.

Agora, com o esgotamento de arsenais e o aumento das baixas no terreno, os Estados Unidos e Israel perdem o controle da narrativa e do ritmo do conflito, pagando o preço por subestimarem a capacidade de resposta de seus adversários.

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