Dólar
R$ 4.96 Desceu
Euro
5.804 Desceu
Brasília
25°C 26°C 17°C

Explore Mais

Colunas exclusivas e conteúdos especiais

VIDA

Lula e Xi Jiping unem forças pela vida

Acordo histórico garante autonomia tecnológica e acesso a medicamento vital para milhões no SUS

O Ministério da Saúde, em parceria estratégica com a biofarmacêutica chinesa Gan & Lee Pharmaceuticals, nacionalizará a produção da insulina glargina. Este medicamento de ação prolongada é vital para milhões de brasileiros com diabetes tipo 1 e 2, marcando um avanço significativo na saúde pública. A iniciativa visa democratizar o acesso e a disponibilidade de tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS), fortalecendo o cuidado universal e o bem-estar coletivo. Envolvendo Bio-Manguinhos (Fiocruz), Biomm e a empresa chinesa, o acordo prevê a entrega inicial de 20 milhões de frascos ao SUS, um passo decisivo pela soberania sanitária e justiça social sob o governo Lula.

Mais que uma aquisição, esta é uma parceria baseada na transferência de tecnologia e cooperação científica, cruciais para o desenvolvimento nacional. O Ministério da Saúde destaca que essa estratégia visa reduzir a histórica dependência externa de medicamentos, permitindo ao Brasil controlar a própria produção.

Inicialmente, o processo envolverá apenas o envase e a rotulagem no país (com apoio da Biomm e insumo ativo chinês). Posteriormente, a produção completa da insulina glargina será integralmente brasileira, realizada no Centro Tecnológico em Insumos Estratégicos (CTIE) da Fiocruz, no Ceará.

Essa produção nacional trará impactos multiplicadores para a economia e o SUS. O governo Lula projeta um fortalecimento da cadeia de insumos estratégicos, impulsionando fornecedores, logística e biotecnologia. Além do desenvolvimento industrial, a medida gerará significativa economia aos cofres públicos do SUS.

A redução dos custos de importação e logística liberará recursos que poderão ser reinvestidos em outras áreas da saúde, reforçando o acesso universal e a eficiência do serviço público. Esta política demonstra investimento social e visão progressista, alinhada aos princípios de justiça social de um governo democrático e popular.

A vice-presidente da Fiocruz, Priscila Ferraz, destaca que a parceria transcende a produção da insulina, abrindo novas frentes para o tratamento de cânceres e doenças autoimunes, utilizando a expertise chinesa. Wei Chen, diretor da Gan & Lee, celebra a cooperação como um modelo internacional para assegurar terapias seguras e modernas.

O acordo impulsionará pesquisas e o desenvolvimento de produtos estratégicos para câncer, diabetes, obesidade e doenças autoimunes no SUS, incluindo análogos do hormônio GLP-1, que regulam apetite e glicose. É um exemplo claro de cooperação democrática e foco na saúde popular, com investimento social que projeta o Brasil como um polo de inovação.

Fonte: Agência Brasil

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Final da página
WhatsApp

Frente LIVRE

Normalmente responde dentro de uma hora
Frente LIVRE

Olá 👋

Fale com o ciberporto da esquerda popular ✊💡

20:57